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O recente “tarifaço” imposto por Donald Trump, embora tenha poupado um lucrativo setor dos Estados Unidos, acendeu um alerta para possíveis retaliações de outros países.
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Com uma receita anual superior a US$ 1 trilhão e um superávit de quase US$ 280 bilhões, os EUA dominam o mercado de serviços, um pilar fundamental da economia global que, ironicamente, pode se tornar o calcanhar de Aquiles da guerra comercial.
Serviços dos EUA em risco
O setor de serviços, que abrange áreas como tecnologia, finanças e entretenimento, foi deixado de fora das tarifas de Trump, uma decisão que não surpreende, dada a sua importância para a balança comercial americana. No entanto, essa aparente blindagem pode se revelar um erro estratégico.
Os números não mentem: em 2023, os EUA exportaram cerca de US$ 1 trilhão em serviços, um valor três vezes superior ao da China, o segundo maior exportador, destaca o g1. O Brasil, por sua vez, ocupa a modesta 33ª posição nesse ranking.

A União Europeia, por exemplo, já explora a possibilidade de taxar as gigantes de tecnologia americanas, as chamadas “big techs”. Essa medida seria uma forma eficaz de retaliação, dada a forte dependência global dos serviços digitais americanos.
A imposição de taxas sobre os serviços americanos teria um impacto direto nos consumidores, encarecendo produtos e serviços. No entanto, essa medida também poderia gerara outro efeito: estimular a concorrência, abrindo espaço para empreendedores investirem em alternativas.
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A dúvida que paira no ar é se o setor de serviços se tornará o próximo campo de batalha da guerra comercial iniciada por Trump. A resposta dependerá da reação dos países afetados pelo “tarifaço” e da disposição do governo americano em negociar.