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Cientistas estão explorando os segredos da longevidade das abelhas rainhas na esperança de descobrir terapias que possam prolongar a vida humana, como informa uma matéria do The Guardian.
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Embora as abelhas rainhas e as operárias compartilhem praticamente o mesmo DNA, as rainhas são notavelmente mais longevas e férteis por toda a vida, enquanto as operárias vivem apenas alguns meses.
Tal mistério despertou o interesse de pesquisadores que buscam entender como fatores como alimentação, micróbios intestinais e antioxidantes específicos podem estar por trás dessa longevidade, o que poderia revelar soluções para estender a expectativa de vida humana e até a fertilidade.
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Incentivos para descobrir o mistério foram dados
- Um estudo está sendo conduzido pela Agência de Pesquisa Avançada + Invenção (Aria), uma organização governamental do Reino Unido que recebeu £ 800 milhões para financiar pesquisas de alto risco que podem transformar a sociedade.
- A Aria, inspirada na Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA) dos EUA, foca em áreas inovadoras como biologia de insetos, incluindo abelhas, formigas, vespas e cupins, para resolver desafios de saúde humana, como envelhecimento, fertilidade e doenças.
- Um exemplo disso foi a recente pesquisa sobre o transplante de micróbios intestinais de abelhas rainhas para prolongar a vida das operárias.
Órgão também conduz outros projetos
Além disso, a Aria também está investigando alternativas sustentáveis para o plástico, buscando materiais inspirados na natureza que sejam mais resilientes e adaptáveis. Outro projeto visa manipular o sistema imunológico para combater doenças infecciosas, câncer e doenças autoimunes.
Os programas da Aria têm duração de três a cinco anos, mas muitos desses projetos podem levar mais tempo para dar frutos, sendo encarados como um “sinal de alerta” para futuras inovações, mesmo que não tragam resultados imediatos.
