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Nesta terça-feira (29), a Agência Espacial Europeia (ESA) lançou um satélite para monitorar as florestas tropicais do planeta. Batizado de Biomass, o equipamento foi levado ao espaço pelo foguete Vega-C, que decolou às 6h15 (horário de Brasília) do Espaçoporto Europeu de Kourou, na Guiana Francesa.
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A operação foi transmitida ao vivo no YouTube, pelos canais oficiais da Arianespace, empresa responsável pelo desenvolvimento do foguete, e da ESA.
Esse lançamento marca a quarta missão do Vega-C e a segunda desde a falha registrada em 2022. Na ocasião, uma anomalia no segundo estágio comprometeu a missão. Em dezembro de 2023, no entanto, o foguete voltou a operar com sucesso, colocando em órbita outro satélite europeu – e abriu caminho para o envio do Biomass.

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Como o satélite Biomass vai monitorar florestas ao redor do mundo
O novo satélite será posicionado em uma órbita a 666 km da superfície da Terra. O processo de inserção nessa órbita leva cerca de 57 minutos. Depois disso, o Biomass passará por uma fase de testes e ajustes antes de iniciar sua missão principal, que deve durar no mínimo cinco anos.
Durante esse período, o satélite usará um radar especial chamado SAR (sigla em inglês para Radar de Abertura Sintética) para estudar florestas em diversas regiões do mundo. O instrumento é capaz de atravessar as copas das árvores e coletar dados sobre a altura, a estrutura e a densidade da vegetação.
Essas informações permitem medir a quantidade de carbono armazenado nas florestas, um dado fundamental para o combate às mudanças climáticas. O Biomass também ajudará a monitorar a perda de áreas verdes e os impactos disso na biodiversidade.
Segundo um comunicado da ESA, a missão faz parte do programa Earth Explorers, voltado ao estudo das transformações ambientais no planeta. Os dados gerados deverão apoiar políticas de conservação e uso sustentável das florestas. O satélite foi desenvolvido por mais de 50 empresas lideradas pela Airbus UK.