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A incidência de doenças como asma e rinite alérgica tem crescido no planeta nos últimos 60 anos, o que pode estar ligado ao aquecimento global.
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As mudanças climáticas têm alterado diversos padrões no planeta, inclusive o tempo e a magnitude de liberação de pólen pelas plantas. Essa estrutura reprodutiva masculina das plantas é responsável por provocar alergias respiratórias em seres humanos.
As temperaturas mais quentes podem levar a um aumento de liberação de pólen em algumas regiões por um período mais longo, diz um artigo científico publicado na revista Frontiers in Allergy.

As alergias provocadas pelo pólen e intensificadas pelas mudanças climáticas têm entre os grupos vulneráveis crianças e adultos mais velhos e pode levar a quadros preocupantes, como asma e rinite.
Pesquisas indicam que concentrações elevadas de CO₂, resultado da emissão de gases poluentes por combustíveis fósseis, pode intensificar o crescimento das plantas e, por consequência, da produção de pólen. Outro fator por trás dos aumentos das alergias é a expansão do tempo da estação de produção de pólen pelas flores.
Um estudo de longo prazo, que utilizou dados de 1981 e 2007, avaliou variáveis climáticas na contagem de grãos de pólen e concluiu que as mudanças climáticas aumentam a duração das temporadas de pólen para algumas espécies de plantas.

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Outra pesquisa realizada na Coreia do Sul entre 1999 e 2008 constatou uma possível relação entre o aumento de pólen e o crescimento do número de pacientes em hospitais por alergia a esse grão como resultado variações meteorológicas.
Além disso, as mudanças climáticas podem alterar características moleculares do pólen e, dessa forma, aumentar sua capacidade de provocar alergias.