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O piloto do voo 3788, da companhia aérea norte-americana SkyWest, teve que realizar uma manobra radical para desviar e evitar a colisão com um Boeing B-52, um jato bombardeiro da Força Aérea dos Estados Unidos.
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O voo era uma conexão da Delta Airlines e operava no trecho entre Minneapolis e Minot, na Dakota do Norte, na sexta-feira (18), quando foi surpreendido pelo jato no ar.

Manobra radical evitou acidente entre avião e jato da Força Aérea
Segundo comunicado da SkyWest ao The Washington Post, o voo 3788 foi autorizado pela torre de comando dos aeroportos. No entanto, durante o trajeto, o piloto avistou uma outra aeronave no ar, o jato B-52. A aeronave militar estava sobrevoando a Feira Estadual de Dakota do Norte, em Minot (cidade que conta com uma base da Força Aérea), mas não havia sido notificada.
De acordo com um vídeo publicado no Instagram, o piloto do avião explicou aos passageiros que o B-52 estava em uma rota de colisão com eles e precisou fazer uma “manobra agressiva” para evitar o acidente. Dados de navegação do voo, analisados pelo TWP, mostraram que o avião teve que fazer uma descida brusca, uma curva fechada para a direita e, em seguida, voltar a subir.
Já o B-52 estava realizando elipses na área onde a colisão poderia ter acontecido. O piloto deixou claro que não havia sido avisado sobre o jato da Força Aérea no caminho e pediu desculpas aos passageiros, que o aplaudiram.
O que dizem a companhia aérea e a Força Aérea?
- Em comunicado, a SkyWest afirmou que o voo havia sido autorizado para pousar em Minot e que a presença do B-52 não foi informada. A companhia aérea está investigando o caso;
- Já a Força Aérea respondeu que está ciente dos relatos de aeronaves sobrevoando o espaço aéreo ao redor do Aeroporto Internacional de Minot e que está investigando o assunto, mas não deu detalhes sobre o caso do B-52.

Acidente foi evitado… mas não seria o primeiro
Em janeiro, um helicóptero Black Hawk, do Exército dos Estados Unidos, colidiu com um jato de passageiros perto do Aeroporto Nacional Reagan. Todas as 67 pessoas a bordo das duas aeronaves morreram.
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O acidente fez com que legisladores e agências federais dos EUA revisassem a coordenação entre aeronaves civis (como as comerciais e de passageiros) e as militares que operam no mesmo espaço aéreo.