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Uma alimentação equilibrada pode ser decisiva para um envelhecimento mais saudável. É o que indica uma pesquisa conduzida pelo Centro de Pesquisa do Envelhecimento do Instituto Karolinska, na Suécia, que acompanhou mais de 2.400 idosos ao longo de 15 anos.
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“Pessoas que seguiram uma dieta saudável desenvolveram doenças crônicas mais lentamente do que aquelas com padrões alimentares inflamatórios”, afirmam os pesquisadores.

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Quais dietas evitar e quais adotar
- Dietas ricas em carnes processadas, açúcar e grãos refinados estão associadas a inflamações de baixo grau — um fator de risco para diversas doenças.
- Segundo os especialistas, padrões como a dieta mediterrânea, a MIND e o Índice de Alimentação Saudável Alternativa foram ligados a uma progressão mais lenta de condições como insuficiência cardíaca, AVC, depressão e demência.
- Já a alimentação inflamatória acelerou o acúmulo de doenças, especialmente cardiovasculares e psiquiátricas.

Dieta equilibrada: benefícios em qualquer idade
“Mesmo entre os mais velhos, a dieta mostrou impacto positivo. Nunca é tarde para mudar”, destacam os pesquisadores.
Eles sugerem priorizar vegetais, frutas, leguminosas, oleaginosas, grãos integrais e gorduras saudáveis, reduzindo o consumo de carnes vermelhas, alimentos ultraprocessados e bebidas açucaradas.
Embora outros fatores também influenciem o envelhecimento, como exercícios e convívio social, os especialistas reforçam: “Melhorar a dieta é uma forma simples e acessível de promover um envelhecimento mais saudável e com mais qualidade de vida.”

O estudo, publicado na revista Nature Aging, foi conduzido por Adrián Carballo Casla, pesquisador em Epidemiologia Geriátrica e pela professora Amaia Calderón-Larrañaga, ambos do Instituto Karolinska, além de David Abbad Gomez, doutorando no Departamento de Epidemiologia e Avaliação do Instituto de Pesquisa do Hospital del Mar em Barcelona.
A matéria original sobre este tema foi publicada no The Conversation.