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Cientistas do Instituto de Pesquisa Médica Walter e Eliza Hall (WEHI), na Austrália, desenvolveram uma nova vacina contra a malária. O trabalho foi inspirado na tecnologia que possibilitou o desenvolvimento dos imunizantes contra a Covid-19.
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O objetivo dos pesquisadores era criar um obstáculo para a reprodução do parasita Plasmodium falciparum dentro de mosquitos, que transmitem a doença para humanos através de picadas. O resultado foi uma queda de 99,7% na taxa de transmissão da malária.

Vacina impede reprodução do parasita dentro dos mosquitos
Aplicando uma abordagem de biologia estrutural, a equipe identificou uma conexão entre duas proteínas para a reprodução do parasita. A partir daí, os pesquisadores criaram uma vacina de mRNA que pudesse bloquear a transmissão da doença.
O imunizante impede que o parasita da malária se reproduza dentro dos mosquitos, quebrando o ciclo de transmissão antes que ele possa chegar aos humanos. As conclusões foram descritas em estudo publicado na revista Science.

Os cientistas do WEHI acreditam que a vacina pode fazer parte de uma estratégia global para combater a malária. Ela pode funcionar em conjunto com outros imunizantes já disponíveis, aumentando a proteção contra a enfermidade.
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Doença pode ser fatal
- De acordo com o balanço mais recente disponível, a malária foi responsável por cerca de 597 mil mortes em 2023.
- Quase a maioria dos óbitos ocorreu no continente africano, com cerca de três quartos das vítimas sendo crianças menores de cinco anos.
- Os números ainda apontam que são quase 300 milhões de infectados por ano.
- A doença infecciosa é causada por parasitas do gênero Plasmodium e transmitida pela picada de mosquitos Anopheles infectados.
- Os sintomas mais comuns incluem febre alta, calafrios, dores de cabeça e musculares, sudorese, taquicardia e, em alguns casos, delírios e aumento do baço.
- Podem ocorrer também náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite.