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O cheiro de comida, da chuva ou de especiarias pode acionar memórias de forma quase mágica. Mas, com o envelhecimento — ou por fatores como Covid-19, tabagismo e poluição —, nossa capacidade de sentir cheiros diminui.
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Segundo explica o New York Times, estudos mostram que cerca de 11% dos americanos acima de 50 anos têm dificuldade de olfato, número que sobe para 39% entre os maiores de 80 anos.

Relação com Alzheimer e Parkinson
A perda olfativa está ligada a piora da memória, depressão, declínio cognitivo e pode ser um dos primeiros sinais de doenças como Alzheimer e Parkinson.
“Nossos cérebros precisam de muita estimulação olfativa para se manterem saudáveis”, afirma Michael Leon, neurobiólogo da Universidade da Califórnia, Irvine.
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Treinamento olfativo pode fortalecer memória
- Pesquisas indicam que treinar o olfato pode melhorar o humor, a memória e até a estrutura cerebral. Idosos que fizeram exercícios olfativos diários por meses tiveram redução de sintomas de depressão e melhora no vocabulário.
- Outros estudos mostraram aumento da espessura do hipocampo — região central da memória — em pessoas que treinam regularmente o olfato.
- Especialistas sugerem práticas simples: cheirar especiarias, café ou frutas duas vezes ao dia por 30 segundos; usar kits de treino ou difusores noturnos de aromas.
- Para quem suspeita de perda de olfato, testes caseiros podem ajudar a detectar sinais de alerta e indicar quando procurar um médico.
Em resumo, exercitar o olfato pode ser uma ferramenta poderosa para manter o cérebro ativo — e pode começar com algo tão simples quanto parar para cheirar as rosas.
