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O governo Trump estuda uma política agressiva para reduzir a dependência dos EUA de semicondutores estrangeiros e impulsionar a fabricação doméstica, segundo revelam informações exclusivas do Wall Street Journal.
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O plano prevê que empresas de tecnologia fabriquem no país o mesmo volume de chips que importam. Caso não atinjam essa proporção de 1:1, teriam de pagar tarifas – possivelmente próximas a 100% – segundo pessoas próximas às discussões.

Segurança econômica
Autoridades argumentam que a medida é necessária para proteger a economia e a segurança nacional, dada a vulnerabilidade das cadeias de suprimentos globais, especialmente a dependência de Taiwan – a apenas 130 km da China continental e vista como suscetível a tensões geopolíticas e desastres naturais.
“Os Estados Unidos não podem depender de importações estrangeiras para os produtos semicondutores que são essenciais para nossa segurança nacional e econômica”, afirmou o porta-voz da Casa Branca, Kush Desai.
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Desafios para empresas
- Executivos alertam que implementar a medida será complexo, já que muitos chips fabricados nos EUA são enviados ao exterior para montagem e depois reimportados em produtos acabados, como smartphones e carros.
- O novo sistema exigiria monitoramento detalhado de origem de cada chip e pode pressionar empresas como Apple e Dell.
- Fabricantes que expandem a produção doméstica, como TSMC e Micron, seriam favorecidos.
O anúncio oficial das tarifas deve ocorrer após a conclusão de uma investigação comercial em andamento sobre o impacto das importações na segurança nacional.
