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De acordo com uma publicação do analista Ming-Chi Kuo, realizada no X (antigo Twitter), a Apple, até então dependente exclusivamente da TSMC para fabricar seus chips da família M, estaria considerando oferecer parte da produção do componente à Intel.
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O plano seria iniciar a produção dos chips M “de entrada” pela Intel já em 2027 — ou seja, não os modelos topo de linha como M-Pro, M-Max ou M-Ultra, mas versões mais básicas da linha M, como o M5.
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Motivações por trás da mudança

(Imagem: Apple/Reprodução)
A principal razão para essa possível adoção da Intel como parceira de produção estaria na diversificação, pois a empresa precisa ter outra fonte, além da TSMC, para suprir aos requisitos de gestão da cadeia de suprimentos da Apple.
Além disso, a mudança poderia atender a demandas geopolíticas: segundo o analista, incluir a Intel na fabricação ajudaria a Apple a responder a pressões por produtos “Made in USA”, ou seja, fabricados nos Estados Unidos, algo valorizado pelo governo de Donald Trump.
Vale ressaltar que apesar da possível entrada da Intel, a TSMC continuaria responsável pela maior parte dos chips da Apple — especialmente os modelos de desempenho mais elevado e os chips para iPhone, iPad e dispositivos de volume maior.

A Apple já teria assinado um acordo com a Intel
Conforme relatado, a Apple já teria assinado um acordo de confidencialidade com a Intel e recebido de seu parceiro técnico o pacote de desenvolvimento PDK 0.9.1GA para o nó avançado “18AP”. Os testes iniciais de simulação e desempenho (“PPA”) estariam dentro das expectativas, e a expectativa é que a versão 1.0 / 1.1 do PDK seja liberada no primeiro trimestre de 2026.
Caso tudo dê certo, a Intel poderá começar a entregar chips M básicos a partir do segundo ou terceiro trimestre de 2027.