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Pesquisadores da startup japonesa Craif Inc., em parceria com o Instituto de Inovação para a Sociedade do Futuro da Universidade de Nagoya, desenvolveram um novo relógio biológico capaz de estimar a idade biológica a partir de amostras de urina.
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Na validação do método, as idades previstas ficaram, em média, a apenas 4,4 anos da idade cronológica — um resultado considerado promissor para aplicações em saúde preventiva.

O envelhecimento é um dos principais fatores associados ao surgimento de doenças crônicas, mas nem sempre acompanha o calendário. Enquanto algumas pessoas envelhecem mais lentamente, outras apresentam sinais biológicos precoces.
Por isso, ferramentas capazes de medir a idade biológica vêm ganhando destaque na pesquisa médica.
Um relógio molecular na urina
- O estudo, publicado na revista npj Aging, utilizou aprendizado de máquina para analisar microRNAs presentes em vesículas extracelulares da urina.
- As amostras foram coletadas de 6.331 participantes de um programa de rastreamento de câncer, com dados demográficos e de estilo de vida.
- Após o sequenciamento genético, o modelo selecionou 407 microRNAs relevantes. Testes internos e externos mostraram margens médias de erro entre 4,4 e 5,1 anos, dependendo do conjunto analisado.
- O desempenho foi superior ao de relógios baseados em RNAs sanguíneos, embora ainda ligeiramente inferior aos modelos baseados na metilação do DNA.

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Precisão, limites e aplicações futuras
Vinte microRNAs apresentaram alterações consistentes com o avanço da idade e foram associados a processos como senescência celular, disfunção mitocondrial e remodelação óssea.
O desempenho do modelo diminuiu em faixas etárias extremas — abaixo dos 25 e acima dos 80 anos —, o que sugere cautela no uso clínico nesses grupos.
Segundo os autores, trata-se do primeiro relógio de envelhecimento baseado em microRNAs urinários com potencial prático, abrindo caminho para avaliações menos invasivas do ritmo de envelhecimento e do risco associado a doenças.
