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Desde sua primeira aparição, Pennywise se tornou um dos vilões mais icônicos da cultura pop moderna. Criado por Stephen King, o personagem vai muito além da imagem clássica do palhaço assustador, assumindo diferentes formas ao longo da história para explorar os medos mais profundos de suas vítimas. Essa capacidade de transformação é um dos elementos centrais que tornam a criatura tão perturbadora.
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Nos filmes It – A Coisa (2017) e It – Capítulo Dois (2019), além da minissérie de It – Uma Obra-prima do Medo (1990) e da série It: Bem-vindos à Derry (2025), o público acompanha como Pennywise se adapta ao medo específico de cada personagem. A entidade não escolhe suas formas ao acaso, já que cada transformação é calculada para causar pânico, fragilizar emocionalmente e, assim, se alimentar do terror gerado.
Ao longo das produções, essas mudanças de aparência ajudam a expandir o universo da história e reforçam o caráter sobrenatural da criatura. A seguir, você confere as principais vezes em que Pennywise mudou de forma nos filmes, na minissérie e na série.
Todas as vezes em que o Pennywise mudou de forma nos filmes e na série
Palhaço Pennywise (filmes e séries)

A forma mais conhecida da entidade é a do palhaço Pennywise, apresentada inicialmente na minissérie de 1990 e consolidada nos filmes mais recentes. Visualmente chamativa, a aparência foi pensada para atrair crianças, um público naturalmente curioso e mais vulnerável. O sorriso exagerado e o comportamento aparentemente amigável contrastam com a violência que surge logo depois.
Essa transformação funciona como uma armadilha psicológica. Ao se apresentar como algo familiar e inofensivo, Pennywise consegue se aproximar de suas vítimas com facilidade. Nos filmes e nas séries, essa forma aparece em momentos-chave, especialmente quando a entidade precisa estabelecer contato antes de revelar sua verdadeira natureza.
Georgie Denbrough (It – A Coisa, 2017)

Uma das transformações mais impactantes acontece quando Pennywise assume a aparência de Georgie, irmão de Bill. Após matar o garoto no início da história, a entidade passa a usar essa imagem para atormentar o protagonista, explorando sua culpa e dor não resolvidas. A escolha dessa forma é emocionalmente devastadora.
Ao se transformar em Georgie, Pennywise busca assustar e desestabilizar psicologicamente. O uso dessa aparência cria confusão emocional, misturando saudade, esperança e terror, mostrando como a criatura compreende profundamente os sentimentos humanos.
Mulher da pintura de Stan Uris (It – Capítulo Dois, 2019)

No segundo filme, Pennywise assume a forma da figura feminina presente em uma pintura que assombra Stan desde a infância. A imagem, que inicialmente parece inofensiva, ganha vida de maneira agressiva e violenta, ampliando o medo que o personagem já carregava desde criança.
Essa transformação acontece dentro de um contexto de trauma reprimido. Pennywise usa a figura da pintura para mostrar que o passado nunca foi superado, mesmo na vida adulta, reforçando o tema de que os medos da infância continuam influenciando a vida adulta.
Leproso (It – A Coisa, 2017)

A figura do leproso aparece associada ao medo de Eddie Kaspbrak. A criatura surge como um homem doente, com feridas abertas e aparência degradada, representando o pavor constante de doenças que Eddie desenvolveu sob influência da mãe.
Pennywise assume essa forma para explorar a fragilidade física e emocional do personagem. A transformação reforça como o medo pode ser aprendido e internalizado desde cedo, tornando-se uma ferramenta eficaz para manipulação psicológica.
Sra. Kersh (It – Capítulo Dois, 2019)

No filme It: Capítulo 2, Beverly volta para a casa onde cresceu e encontra uma senhora que tem aparência doce, chamada Sra. Kersh, vivendo ali. Entretanto, as coisas não demoram para sair do conhtrole, enquanto ela percebe que o chá tem gosto amargo, a casa está diferente, e a senhora começa a se transformar. O rosto da Sra. Kersh se alonga, o corpo estica, e ela se torna uma criatura bizarra e monstruosa que persegue a jovem.
Essa cena, porém, conta com um detalhe ainda mais cruel: durante o ataque, a entidade usa a voz do pai abusivo de Beverly, como forma de ativar seus traumas mais profundos.
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Estátua de Paul Bunyan (It – Capítulo Dois, 2019)

No segundo filme, Pennywise ganha proporções gigantescas ao assumir a forma da estátua de Paul Bunyan, um dos marcos da cidade de Derry. A transformação ocorre durante uma perseguição, criando sensação de impotência diante de algo colossal.
Essa forma simboliza como até elementos cotidianos da cidade podem se tornar ameaçadores. Pennywise explora o tamanho e a força da estátua para reforçar a ausência de segurança em Derry.
Aranha gigante (minissérie de 1990 e It – Capítulo Dois)

A forma mais próxima da “verdadeira” aparência de Pennywise é a da aranha gigante, apresentada tanto na minissérie quanto no filme mais recente. Essa transformação ocorre no confronto final, quando a entidade abandona ilusões.
A aranha simboliza a essência predatória da criatura, associada a armadilhas e controle. Ao revelar essa forma, a narrativa reforça a antiguidade e o poder da entidade.
Bebê Monstro Demoníaco (It: Bem-vindos à Derry)

Na série, Pennywise assume uma forma extremamente grotesca ao surgir como um bebê demoníaco, sem olhos e com feições distorcidas. A transformação ocorre logo no início da temporada e estabelece o tom mais perturbador da produção.
Essa forma rompe com qualquer traço de humanidade, reforçando a natureza alienígena da entidade. O objetivo é causar choque imediato e deixar claro que Pennywise não está limitado a aparências reconhecíveis.
Matty Clements “Revivido” (It: Bem-vindos à Derry)

Após matar Matty Clements, Pennywise passa a se manifestar usando a aparência da própria vítima. A transformação é usada para confundir e aterrorizar os amigos do garoto, como Lilly Bainbridge.
Ao assumir essa forma, a entidade explora o impacto emocional da perda recente. O uso da imagem de alguém morto reforça a manipulação psicológica como principal arma da criatura.
Homem Esquelético (It: Bem-vindos à Derry)

Conhecida como Homem Esquelético, essa forma surge durante o ataque ao jovem Francis Shaw. A criatura apresenta aparência cadavérica, magra e deformada, reforçando o medo da morte e da decomposição.
Essa transformação é fundamental para a narrativa, pois marca o trauma que molda Shaw ao longo da vida. Pennywise utiliza essa forma para plantar um terror duradouro, que se estende por décadas.
Fantasmas dos Amigos de Lilly (It: Bem-vindos à Derry)

Pennywise também assume a forma dos amigos mortos de Lilly, aparecendo como figuras espectrais que misturam lembrança e ilusão. As aparições surgem em momentos de vulnerabilidade emocional da personagem.
A estratégia aqui é emocionalmente destrutiva. Ao usar rostos conhecidos, a entidade confunde realidade e memória, aprofundando o sofrimento psicológico e o sentimento de culpa.
Zumbi “Tio Sam” (It: Bem-vindos à Derry)

Em uma de suas manifestações mais simbólicas, Pennywise surge como um zumbi caracterizado como Tio Sam. A forma aparece em meio a um contexto de autoridade e poder institucional.
Essa transformação reforça o alcance do medo coletivo. Ao corromper um símbolo nacional, a entidade mostra que nenhuma estrutura social ou figura de poder está imune à sua influência.
Pai de Lilly Bainbridge (It: Bem-vindos à Derry)

Durante o ataque a Lilly, Pennywise assume a aparência de seu pai, explorando o vínculo familiar, o trauma e o sentimento de culpa como instrumento de terror. A transformação cria confusão emocional antes da violência.
O uso dessa forma reforça um padrão da série: a entidade frequentemente utiliza figuras de confiança para quebrar qualquer sensação de segurança, ampliando o impacto psicológico do ataque.
Mãe de Ronnie (It: Bem-vindos à Derry)

Em uma das cenas mais perturbadoras da temporada, Pennywise assume a forma da mãe de Ronnie durante o parto. A transformação recria um momento de extrema vulnerabilidade física e emocional.
Aqui, a entidade explora o trauma de origem e o medo associado ao nascimento e à dor. A cena amplia o horror ao misturar vida, sofrimento e violência em um único momento simbólico.