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O novo coronavírus ainda é cercado de mistérios. Cientistas do mundo todo realizam testes para tentar entender cada vez mais a doença. O esforço mais recente descobriu que é altamente improvável que alimentos ajudem na transmissão do vírus.
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Em um estudo feito por uma equipe de especialistas do Comitê Internacional de Especificações Microbiológicas para Alimentos (ICMSF), poucas evidências foram encontradas de que os alimentos – ou suas embalagens – pudessem transportar o vírus e auxiliar na contaminação.
Anteriormente, pesquisas realizadas pela Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos revelaram que não há um risco real de contrair a doença dessa forma. A descoberta recente corrobora essa afirmação.
Segundo cientistas, em teoria, pessoas podem comer alimentos que contenham o vírus e, em resposta a isso, contraírem a doença. No entanto, essa possibilidade ainda não foi registrada – pelo menos até então. Apesar disso, especialistas de saúde orientam boas práticas de higiene, principalmente com alimentos.

Estudo recente descobriu que é altamente improvável que alimentos ajudem na transmissão do vírus. Foto: Jason Whitman/ Shutterstock
“Até hoje, não há qualquer evidência de que a comida, embalagem de alimento ou manuseio seja uma fonte ou importante rota de transmissão do Sars-Cov-2, que resulta na Covid-19. Não há alimentos que devam ser considerados de risco ou justificáveis como vetor”, declara a organização em um comunicado divulgado.
Para tentar se proteger de contaminação a partir de alimentos, muitos países decidiram limitar produtos importados e exigir que os que sejam entregues recebam classificação de que estão livres de contaminação após testes. Apesar disso, o ICMSF informa que essas medidas não são de fato necessárias.
Possibilidade
Em março, após uma publicação feita no New England Journal of Medicine, nasceu o medo de que o vírus pudesse ser transmitido a partir de superfícies. No entanto, o que foi mostrado é que, em condições laboratoriais, o vírus pode sobreviver em alguns locais por algumas horas.
Segundo Jamie Lloyd-Smith, especialista que estudou como o vírus se comporta em superfícies, as partículas podem ser detectáveis “por mais de três horas em aerossóis, mais de quatro horas em cobre, mais de 24 horas em papelão e mais de dois ou três dias em plástico e aço inoxidável”.
No entanto, como dito, o que a pesquisa levou em conta é apenas como o vírus se comporta em ambientes laboratoriais, com situações criadas. O estudo não considerou alguns fatores externos que podem ajudar a inativar o vírus, como incidência de luz solar e aplicação de produtos para limpeza, como desinfetantes.
Via: CNN