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De acordo com o levantamento semanal do Imperial College de Londres, a taxa de transmissão do novo coronavírus no Brasil caiu de 1 para 0,94, menor índice desde abril. Isso significa que 100 pessoas infectadas contagiam em média outras 94, indicando uma desaceleração da pandemia. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.
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O cálculo do Imperial College foi feito a partir das estatísticas brasileiras compiladas até o último domingo (30). Embora os resultados tenham sido animadores, a instituição observou que a análise dos dados exige cautela, e que a estabilidade da pandemia só pode ser atestada se a tendência de queda for mantida por um período prolongado.
Existem dois motivos para que o Imperial College peça prudência na interpretação dos números. Primeiro, porque deve ser considerado o tempo de incubação do novo coronavírus, que leva duas semanas. Durante ou após esse período, a taxa de contágio pode voltar a subir.
Segundo, por conta do atraso nas notificações de casos no Brasil. Desde o início da pandemia, esse vem sendo um dos principais problemas enfrentados pelo país no que diz respeito ao combate à doença, uma vez que o país não estabeleceu programas amplos de testagem na população.

De acordo com os últimos dados divulgados, a taxa de transmissão no Brasil é menor do que a de outros países da América do Sul. Entre os países que têm registrado aceleração no contágio, estão Venezuela (1,06), Argentina (1,09) e Paraguai (1,32). O Chile registra taxa inferior a 1, mas ainda superior à do Brasil: 0,97.
Quanto ao número de mortes, por outro lado, o cenário brasileiro não é dos melhores. Na projeção para esta semana, o país fica atrás somente da Índia (é importante mencionar que, por contarem com um método próprio, os Estados Unidos não são considerados na projeção).
Segundo o boletim divulgado pelo consórcio de veículos de imprensa na última segunda-feira (31), o Brasil apresenta média móvel de 866 óbitos nos últimos sete dias, oscilando entre 800 e mil mortes diárias. Durante esta semana, o país deve atingir a marca de 125 mil mortos pela doença.
Via: O Globo