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Na quarta-feira (1º), a União Europeia (UE) aprovou uma vacina contra o Ebola que utiliza a mesma tecnologia testada para criar um imunizante contra o novo coronavírus. Para que seja distribuída para os países africanos com surtos atuais da doença, falta a liberação da Organização Mundial da Saúde (OMS).
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A farmacêutica belga Janssen é a responsável pelo desenvolvimento da vacina, que foi capaz de induzir uma imunidade duradoura em pessoas a partir de um ano de idade. Esta é a primeira solução que utiliza um vetor viral a ser aprovada, e é uma esperança para as vacinas contra Covid-19, Zika e HIV estudadas pela própria Janssen.
Para que a vacina consiga induzir a imunidade contra o Ebola ao paciente, são necessárias duas doses. A primeira com o imunizante Ad.Zebov, desenvolvido pela farmacêutica belga, e, oito semanas depois, com o MVA-BN-Filo, produzido pela dinamarquesa Bavarian Nordic’s.
Metodologia do vetor viral é uma das estudadas para a produção de vacina contra Covid-19. Foto: NIAID/Flickr
Como dito anteriormente, a metodologia do vetor viral é uma das estudadas para a produção de um imunizante para o novo coronavírus. Mesmo sem ter nenhuma ligação com a Covid-19, essa aprovação mostra a efetividade do método e aumenta a esperança de que ele possa ser efetivo também para combater a pandemia do coronavírus.
O novo vírus já vitimou mais de 520 mil pessoas no mundo todo e infectou quase 11 milhões. Só no Brasil são 1,497 milhões de casos confirmados e quase 62 mil mortos.
Via: G1