logo Olhar Digital
No Result
View All Result
Clube Olhar Digital
Assine
  • Notícias
  • Vídeos
    • Todos
    • Especiais
  • Ciência e Espaço
  • Inteligência Artificial
  • Pro
  • Robótica
  • Veículos e Tecnologia
  • Fichas Técnicas
    • Fichas Técnicas
    • Comparar Modelos
  • Editorias
    • Agronegócios
    • Cinema e Streaming
    • Curiosidades
    • Games e Consoles
    • Dicas e Tutoriais
    • Internet e Redes Sociais
    • Medicina e Saúde
    • Olha isso!
    • Produtos e Reviews
    • Segurança e Privacidade
    • Tira-dúvidas
  • Ofertas
  • Apostas
logo Olhar Digital
No Result
View All Result
Home Ciência

Antártida ganhou um recorde de 695 bilhões de toneladas de gelo em apenas dois anos

Cristobal Mopi Soliz Junior Cristobal Mopi Soliz Junior
06/09/2026 10:27
Antártida ganhou um recorde de 695 bilhões de toneladas de gelo em apenas dois anos

Estudo revela ganho recorde de neve e gelo na Antártida impulsionado por oceanos tropicais - Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Um levantamento científico revelou um comportamento incomum na massa de gelo da Antártida durante um intervalo de 22 meses. O continente registrou uma elevação histórica em seu volume acumulado de neve e gelo, chamando a atenção de climatologistas do mundo inteiro. Esse evento excepcional decorreu de transformações na circulação atmosférica impulsionadas pelos oceanos tropicais.

Como a massa de gelo da Antártida registrou ganho recorde?

Entre os anos de 2021 e 2023, medições precisas apontaram que a calota polar reteve aproximadamente 695 bilhões de toneladas adicionais, segundo a revista Nature. Essa expressiva marca representou a maior recuperação temporária observada no manto polar nas últimas duas décadas de monitoramento satelital constante.

Pesquisadores identificaram que o aquecimento prolongado das águas equatoriais alterou as correntes atmosféricas em direção ao sul. A intensificação do transporte de umidade favoreceu uma precipitação volumosa de neve nas regiões da Terra da Rainha Mary e da Terra de Wilkes.

🌊 AQUECIMENTO OCEÂNICO: A piscina quente do Pacífico ocidental e do Índico oriental aqueceu de forma persistente.
❄️ PRECIPITAÇÃO RECORDE: Ondas atmosféricas levaram umidade maciça que se transformou em nevascas sobre o continente.
📈 SALDO HISTÓRICO: A camada acumulou 695 bilhões de toneladas entre julho de 2021 e abril de 2023.
Antártida ganhou um recorde de 695 bilhões de toneladas de gelo em apenas dois anos
Aquecimento nas águas equatoriais provocou acúmulo temporário de 695 bilhões de toneladas de gelo no continente polar – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Quais fatores climáticos impulsionaram essa anomalia polar?

O aquecimento oceânico na bacia Indo-Pacífica reorganizou o fluxo de ventos globais, atuando diretamente nos sistemas meteorológicos que cercam o manto polar. Essas anomalias térmicas criaram pontes de pressão capazes de injetar massas úmidas no ar gélido antártico com grande frequência.

Em áreas do interior polar, o aumento repentino das nevascas compensou temporariamente a perda de borda causada pelo desprendimento glacial contínuo. As observações indicam que a interação com a atmosfera tropical desempenha papel decisivo na variabilidade das calotas polares.

  • Aquecimento acentuado das águas quentes equatoriais no Pacífico e Índico
  • Deslocamento sincronizado de trajetórias de tempestades austrais
  • Acúmulo atípico de neve na Terra da Rainha Mary
  • Retenção expressiva de umidade sobre a Terra de Wilkes

Qual é o balanço histórico da massa de gelo da Antártida?

Mesmo com o ganho extraordinário medido ao longo de 22 meses, a perda secular de gelo continua sendo uma realidade evidente para os glaciologistas. As perdas oceânicas nas regiões periféricas do manto ocidental mantêm um ritmo acentuado e preocupante ao longo das décadas.

Os registros obtidos entre 2003 e 2024 evidenciam um déficit sustentado que supera com folga qualquer flutuação sazonal favorável de curto prazo. Essa oscilação positiva serviu como um alívio pontual, sem frear a tendência global de retração das geleiras polares.

Período Analisado Comportamento de Massa Variação Estimada
Jul/2021 a Abr/2023 Ganho episódico intenso +695 bilhões de toneladas
2003 a 2024 Perda sistemática contínua -140,5 bi toneladas/ano

O fenômeno reverte a perda contínua nas calotas?

Especialistas reforçam categoricamente que este episódio não sinaliza estabilização duradoura nem desaceleração do derretimento polar no longo prazo. O pulso de precipitação representou um evento episódico que arrefeceu gradualmente assim que as condições oceânicas estabilizaram.

A taxa de escoamento glacial nos mares circundantes permanece ativa, erodindo por baixo as plataformas flutuantes essenciais para conter os glaciares. As forças do equilíbrio hidrológico continuam pendendo para a redução contínua do gelo marinho e continental.

Antártida ganhou um recorde de 695 bilhões de toneladas de gelo em apenas dois anos
Pesquisa aponta que oscilação climática gerou recuperação episódica na massa de gelo antártica entre 2021 e 2023 – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

O que a ciência projeta para o futuro das geleiras?

O monitoramento por radares orbitais continuará avaliando como o aquecimento global interfere no balanço hídrico das calotas em ambos os polos. Compreender a conexão entre o clima dos trópicos e os polos aprimora as projeções climáticas para as próximas décadas.

A fragilidade dessas estruturas continentais permanece crítica, exigindo atenção internacional contínua diante das mudanças ecológicas globais. Acompanhar a evolução das calotas orientais e ocidentais fornece parâmetros indispensáveis para antever a elevação marítima em escala planetária.

Leia mais:

  • Cientistas derretem o gelo da Antártida por satélite e o que eles encontraram embaixo assustou a arqueologia
  • Em 1977, levaram um bloco de gelo de 1.133 kg do Alasca até Iowa para descobrir se icebergs poderiam virar fonte de água doce
  • Verão de 2026 muda o Mont Blanc: 2 refúgios fecham por risco de queda de pedras e túnel de gelo a 3.842 m é desmontado
Tags: Antártidaciênciaclima
logo olhar digital

O futuro passa primeiro aqui

Cobertura editorial independente. Jornalismo de tecnologia com profundidade, analise e credibilidade.

  • Fale Conosco
  • Sobre Nós
  • Anuncie
  • Termos de Uso e Privacidade
Ícone Youtube Ícone X (Twitter) Ícone Facebook Ícone Instagram Ícone Linkedin Ícone Telegram

© 2005 - 2026 Olhar Digital. Parceiro UOL Tecnologia.

No Result
View All Result
  • index custom
  • Sample Page

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.