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A Tesla informou, em um e-mail interno a seus funcionários, que encontrou um caso de sabotagem em sua fábrica em Fremont, na Califórnia. Segundo a Bloomberg Al Prescott, vice-presidente jurídico e consultor jurídico geral da Tesla, diz na mensagem:
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“Duas semanas atrás, nossas equipes de TI e segurança da informação determinaram que um funcionário havia sabotado uma parte da fábrica. Suas ações rápidas impediram maiores danos, e a produção já havia retornado ao normal algumas horas depois”.
Segundo Prescott o funcionário, que não foi identificado, tentou “cobrir seus rastros, culpar um colega e destruir um computador da empresa. Por fim, após ser confrontado com evidência irrefutável, o funcionário confessou. Como consequência, ele foi demitido”.
A natureza da sabotagem não foi informada. Ainda de acordo com o executivo, “temos tremenda confiança em nossos funcionários e valorizamos as contribuições de todos. Entretanto, quaisquer que sejam as motivações pessoais do culpado, estes são crimes, violações de nosso código de conduta e injustas com outros funcionários”.

Fábrica da Tesla na Califórnia. Fonte: Tesla
O espião russo
Esta não é a primeira vez que a Tesla sofre um ataque à sua estrutura de produção. Em julho um russo identificado como Egor Igorevich Kriuchkov viajou aos EUA e contatou um funcionário da Tesla com uma oferta de US$ 500 mil (que mais tarde subiu para US$ 1 milhão) para que ele implantasse ransomware nos computadores da gigafábrica da empresa em Nevada, nos EUA.
O objetivo de Kriuchkov era roubar segredos industriais da Tesla e cobrar um resgate para que não fossem divulgados. Entretanto, o funcionário contatou o departamento de recursos humanos da empresa, que por sua vez contatou o FBI. Kriuchkov foi preso em Los Angeles, quando se preparava para deixar os EUA. Em uma audiência em setembro, perante uma juíza federal, ele alegou ser inocente.
Fonte: Electrek