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Em março, a Amazônia começará a passar por um processo de modernização bastante interessante, com o objetivo beneficiar alunos, professores e pesquisadores das Universidades, Centros de Pesquisa, Institutos de Educação Tecnológica e Hospitais de Ensino ao oferecer conexões de fibra ótica com velocidade de 100 GB/s.
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Com o Programa Amazônia Integrada e Sustentável (Pais), o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) quer implantar uma estrutura subfluvial de fibra ótica que interligue 80 municípios diretamente – beneficiando cerca de 9,2 milhões de habitantes.
A previsão é que a primeira parte da implementação, chamada Infovia 00, esteja pronta em dezembro, segundo Edson Kowask Bezerra, responsável pelo projeto. Ela ligará Macapá aos municípios paraenses de Alenquer, Almeirim e Santarém.
Somando mais de dez mil quilômetros de extensão, a estrutura em que a fibra ótica vai passar será implementada sob os leitos de vários rios do Estado, como o Solimões, Madeira, Negro, Rio Branco e Juruá.

Infraestrutura
A implantação da estrutura e da tecnologia será feita pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). A organização tem experiência em levar serviços de internet de alta velocidade à comunidade acadêmica brasileira, ligando 800 instituições espalhadas por todo o Brasil há mais de 30 anos.
Além das instituições de ensino, o Pais possui uma parceria de compartilhamento de infraestrutura com o setor privado. Com isso, empresas que fornecem internet de forma privada terão acesso à estrutura e podem fornecê-la mediante pagamento de clientes regulares.
O programa será financiado e mantido por recursos públicos, Ministérios, emendas parlamentares e pelo Conselho Nacional de Justiça. Além do Brasil, há acordos em andamento para conectar os cabos à Guiana Francesa, a partir de Macapá (AP), e ao Peru, a partir de Tabatinga (AM).
Via: Convergência Digital