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A Huawei nega categoricamente estar sob controle do governo chinês, por outro lado, o país não parece estar muito empenhado em defender a gigante da tecnologia.
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Isso porque a polícia chinesa prendeu cinco ex-funcionários da Huawei no fim de 2018, por conta de discussões no WeChat alegando que a empresa violou sanções ao Irã, segundo descobriu o The New York Times. A China não é apenas o maior parceiro comercial do Irã, mas também seu aliado e apoiador diplomático.
Entenda o caso
Em uma troca de mensagens em um grupo no aplicativo, um dos detidos afirmou que podia provar que a Huawei havia vendido tecnologia para a República Islâmica do Irã. Dois dos ex-funcionários revelaram que ficaram presos por oito e três meses, respectivamente, em dezembro de 2018.

As prisões ocorreram cerca de duas semanas depois que o diretor financeiro da Huawei foi preso no Canadá sob a acusação de violar as sanções dos EUA contra o Irã. Ele foi acusado de enviar, ilegalmente, equipamentos e tecnologia dos EUA para o Irã e transferir dinheiro para fora do país, enganando os bancos americanos.
Para a Huawei, nem todas as vendas ao Irã teriam sido ilegais, ainda de acordo com a publicação. “Em princípio, apenas as que envolvem bens, tecnologia ou serviços de origem americana teriam sofrido sanções americanas. A empresa afirmou que suas vendas no Irã foram para uso civil comercial e não violou sanções”, acrescentou o jornal.
Via: Engadget