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Cinco satélites Starlink da SpaceX estão prestes a queimar

Bruna Lima, editado por Rafael Rigues 02/07/2019 08h07
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Três dos 60 primeiros enviados falharam e outros dois serão sacrificados para testes

Cinco satélites da constelação Starlink da SpaceX estão programados para voltar à atmosfera da Terra. "Três satélites que inicialmente se comunicaram com o solo, não estão mais em serviço e serão passivamente deórbitados", disse um porta-voz da SpaceX à Space News. Outros dois satélites que estão em funcionamento e foram enviados como uma margem de segurança serão sacrificados intencionalmente. A empresa planeja usá-los para demonstrar aos reguladores que seu sistema para retirá-los de órbita funciona como prometido.


Um total de 60 satélites foram lançados em um foguete Falcon 9 há pouco mais de um mês, representando os primeiros passos para a companhia de Elon Musk iniciar um serviço de banda larga via satélite que poderia levar conectividade a regiões historicamente off-line.

Os satélites do projeto são configurados para queimar completamente na atmosfera quando atingem o fim da vida. Eles também têm propulsores que podem reposicioná-los em órbita, em caso de colisões em potencial ou se lixo espacial for detectado em seu caminho.

"Devido ao seu design e baixa posição orbital, todos os cinco satélites selecionados para deorbitagem se desintegrarão quando entrarem na atmosfera da Terra, em apoio ao compromisso da SpaceX com um ambiente espacial limpo", confirmou o porta-voz da SpaceX.

Embora 55 de 60 satélites sejam, sem dúvida, uma taxa de sucesso impressionante para o primeiro lançamento da SpaceX, eles são uma fração do que a empresa de Musk realmente tem como meta. O plano demanda cerca de 12.000 satélites para completar a constelação.

No entanto, o que provavelmente apresentará um desafio ainda mais urgente, é a reação da comunidade científica. Recentemente, a SpaceX se viu obrigada a defender a Starlink dos astrônomos, preocupados com o fato de a constelação ser significativamente mais brilhante do que o inicialmente sugerido, o que poderia prejudicar o uso de telescópios e a realização de observações astronômicas na Terra.

Via: Slashgear

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