Funcionários da Foxconn fizeram US$ 43 milhões vendendo iPhones com peças roubadas

Empresário de Taiwan coordenava a fraude que já durava 3 anos

Rafael Rigues, editado por Cesar Schaeffer 19/12/2019 08h57
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A Foxconn anunciou nesta quarta-feira (18) que iniciou uma investigação interna de um esquema fraudulento, que envolvia funcionários que roubavam componentes de iPhone defeituosos de suas linhas de produção e os usavam para montar aparelhos que eram revendidos no mercado negro como se fossem produtos legítimos da Apple.


Segundo a empresa, um empresário de Taiwan cooptou um grupo de gerentes para desviar as peças, que normalmente seriam destruídas, e usá-las para montar os aparelhos. Ao longo dos últimos três anos o grupo teria conseguido cerca de US$ 43 milhões, segundo a imprensa local.

A Foxconn se recusou a comentar o assunto ou informar quais produtos, ou eventualmente outros clientes, foram envolvidos na fraude. O bilionário taiwanês Terry Gou, que deixou o cargo de presidente da Foxconn no início deste ano, se recusou a falar sobre o assunto, além de dizer que não é surpreendente que "coisas irracionais possam acontecer a um ou dois trabalhadores" em uma empresa com um milhão de funcionários.

Fonte: Taiwan News 

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