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Para combater o que chamam de “viveiro de pirataria”, o Creative Content Australia, um grupo criado para defender a propriedade intelectual, solicita ao governo que force as plataformas online a deixar de facilitar o acesso a conteúdos que prejudicam os produtores de conteúdo.
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De acordo com o presidente do grupo, Graham Burke, Google e Facebook devem impedir que esses sites atuem, pois, além de prejudicar a indústria do entretenimento, esses endereços enganam o público, propagando malware e roubando dados sensíveis.
Muitas pessoas vinculam a pirataria na Austrália à demora para a liberação de conteúdo e os preços altos. No entanto, Burke aponta que o principal responsável por isso é o Google. Ele aponta que o buscador facilita o acesso a sites piratas, o que acaba por criar essa grande rede de compartilhamento.
O Creative Content Australia reúne empresas do segmento do entretenimento e, nos últimos anos, apoiou diversas medidas antipirataria mais amplas, como o bloqueio de sites. No entanto, eles acreditam que ainda há muito que ser feito. Em particular, apontam para o papel importante que os intermediários, como o mecanismo de pesquisa do Google, desempenham na disseminação de conteúdo pirata.
Anteriormente, o governo australiano destacou a responsabilidade dos serviços online em conter a pirataria, mas, apesar das supostas mudanças realizadas, os detentores de direitos autorais dizem ter notado poucas alterações.
Para o grupo, os mecanismos de busca não estão assumindo responsabilidade suficiente. Portanto, a solicitação é de intervenção para garantir que sites que apresentem esse tipo de conteúdo sejam impedidos de serem encontrados por meio de plataformas de terceiros.
O apelo, obviamente, visa os interesses financeiros de seus membros. No entanto, eles enfatizam que os sites piratas representam um perigo para o público, com os riscos de malware e outras atividades com as quais os usuários podem se deparar. Burke reitera que esses endereços podem roubar detalhes do cartão de crédito de alguém e esvaziar sua conta bancária.
Essas acusações podem ser um pouco exageradas. Embora certamente existam sites fraudulentos, não há registro de sites piratas que roubam informações e dinheiro das pessoas. Claro que, mesmo que não se tenha registro, não há como afirmar com certeza de que eles não existam. Somente o tempo dirá se a pressão colocada sobre o governo australiano terá algum efeito.
Via: Torrent Freak