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Nesta terça-feira (10), a Huawei cancelou uma ação movida contra o Departamento de Comércio dos EUA e outras agências após o governo devolver o equipamento de telecomunicações que havia apreendido em setembro de 2017. O processo foi aberto em junho, separadamente de outra ação que a empresa chinesa instaurou contra os EUA pela proibição geral de seu equipamento.
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Os produtos apreendidos incluíam servidores de computadores, computadores Ethernet e outros equipamentos de telecomunicações no caminho de volta à China após testes na Califórnia, observou a Huawei. Quase dois anos depois, a empresa chinesa entrou com uma ação porque o governo não havia decidido se era necessária uma licença de exportação.
No entanto, “após uma apreensão prolongada e inexplicável, a Huawei decidiu desistir do caso depois que o governo dos EUA devolveu o equipamento, que a Huawei considera como uma admissão tácita de que a apreensão em si era ilegal e arbitrária”, escreveu a companhia em comunicado.
A Huawei ainda enfrenta várias acusações criminais nos Estados Unidos por supostamente violar as sanções de exportação norte-americana a países como o Irã. Ela está tentando contestar sua adição à Lei de Autorização de Defesa Nacional dos EUA em um processo em andamento, que segundo ela, restringiu seus negócios nos Estados Unidos “inconstitucionalmente”.
Washington diz que o equipamento de telecomunicações da empresa chinesa poderia ser utilizado por Pequim para espionagem, alegação que a Huawei negou. Em maio, o governo Trump adicionou a empresa chinesa à chamada lista de entidades, impedindo-a de comprar peças e componentes necessários dos Estados Unidos sem a aprovação do governo norte-americano e com ameaças de interromper as operações da companhia.