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Xiaomi aumenta suspense sobre retorno ao Brasil em redes sociais

Camila Rinaldi, editado por Daniel Junqueira 29/03/2019 11h03
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Essa semana, a Xiaomi reassumiu as rédeas das suas redes sociais no país, após passar praticamente três anos em silêncio. No Twitter, desde segunda-feira, a empresa vem fazendo uma publicação por dia e, a última, deixa bastante margem para interpretação.


Com o retorno oficial da Huawei ao Brasil, é claro a Xiaomi não iria esperar para ver os smartphones da sua maior concorrente na China caírem no gosto popular para, então, fazer o mesmo movimento de retorno ao mercado brasileiro. No Twitter, ontem (28), os administradores das redes sociais da empresa publicaram a seguinte mensagem: “Inovação para todos, essa é a nossa missão. Estão prontos para que isso aconteça no Brasil de novo?”


É claro que essas são apenas palavras jogadas ao vento e fazem parte de uma campanha estratégica da fabricante no país, pois, até o momento, nada foi confirmado pela empresa, a não ser a parceria com a DL Eletrônicos no Brasil. Contudo, de acordo com a assessoria de imprensa da DL, são pessoas da própria Xiaomi (funcionários ou terceiros) que estão gerenciando as redes sociais da fabricante no Facebook e Twitter locais.

Além disso, em contato com o Olhar Digital, em meados de fevereiro, o gerente de relações públicas da Xiaomi para a América Latina informou a nossa equipe que a fabricante teria novidades para compartilhar nos próximos meses: “Estamos cientes de que a DL está trazendo alguns modelos oficiais de smartphones da Xiaomi para o Brasil. Teremos mais detalhes para compartilhar no futuro.”

Com base nisso, e no que vem sendo publicado pela Xiaomi em seus canais sociais públicos, é possível dizer que as chances de vermos a empresa retornando oficialmente ao país, sem ser apenas através de parcerias, são grandes.

Em 2015, quando vendeu seus smartphones no Brasil pela primeira vez, a estratégia de vendas obrigava a empresa a fabricar os dispositivos no país. Contudo, estamos em 2019, e a Xiaomi espalhou lojas-conceito por toda a Europa, América Latina e Índia. Logo, com este aprendizado, quem sabe a estratégia de vendas por aqui não seja aquela baseada na experiência de comércio online chinês, mas através de lojas físicas espalhadas pelo país, como é o caso da Espanha, por exemplo.

E aí, o que você acha: a Xiaomi retorna oficialmente, enquanto fabricante, ao Brasil em 2019?

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