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Depois de ser duramente criticado e investigado por exibir vídeos inadequados para crianças em seu site principal, o YouTube anuncia um projeto exclusivo para crianças. O novo espaço será uma versão online do aplicativo YouTube Kids. Segundo comunicado oficial da empresa, o novo serviço já deve entrar no ar neste fim de semana.
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O YouTube contou que o aplicativo e o site Kids receberão novas categorias para diferentes idades. A “Pré-escola” será para crianças de 4 anos ou menos. “Mais jovem” é para as idades de 5 a 7 anos e “Mais velho” é para as crianças entre 8 e 12 anos. “Sabemos que o ótimo conteúdo para uma criança de 4 anos pode não ser o mesmo para uma criança de 10 anos, e é por isso que queremos que os pais escolham o conteúdo certo para seus filhos no YouTube Kids”, disse a empresa.
A plataforma de vídeos foi criticada por permitir que conteúdos inapropriados, enganosos e às vezes violentos se espalhassem em seu serviço. Durante anos, os responsáveis não resolveram o problema e optaram por buscar metas agressivas de “engajamento” dos espectadores.
Os vídeos segmentados para crianças têm sido problemáticos, principalmente porque o YouTube não analisa manualmente todos os clipes e seu software não identifica facilmente qual conteúdo é realmente adequado para os jovens espectadores.
A Federal Trade Commission (FTC) está investigando se a plataforma violou a Lei de Proteção à Privacidade Online das Crianças (COPPA). A agência governamental chegou a um acordo com a empresa, mas não divulgou os termos. Para satisfazer os reguladores, o YouTube planeja encerrar anúncios “segmentados” em vídeos para crianças.
Na quarta-feira, o YouTube alertou os pais de que ainda não será possível detectar todos os vídeos inadequados. “Nossos sistemas trabalham arduamente para excluir o que não for adequado para cada uma dessas categorias de idade, mas nem todos os vídeos foram revisados “manualmente”, afirmou a empresa. “Se você encontrar algo inapropriado que perdemos, poderá bloqueá-lo ou sinalizá-lo para uma revisão rápida”.
Via: Bloomberg