Siga o Olhar Digital no Google Discover
Graças à tecnologia britânica, em breve pode ser possível que aviões hipersônicos levem passageiros de Londres a Nova York em menos de uma hora.
Ofertas
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Engenheiros da Reaction Engines, com sede em Oxfordshire, Inglaterra, testaram com sucesso um novo sistema de “pré-resfriamento” que permite que os motores hipersônicos suportem velocidades de até 4.000 km/h.
No entanto, viajar em velocidades tão extremas não têm sido uma tarefa fácil de alcançar, porque as condições pouco favoráveis fazem com que o motor derreta. O ar a essa velocidade pode atingir mais de 1.000 graus.
Em seus testes, a Reaction Engines conseguiu uma maneira de reduzir essa temperatura para 150 graus em 20 segundos, com isso, é possível viajar a velocidades muito altas, sem correr o risco de danos ao motor do avião.
A empresa testou o “pré-resfriador” em seu motor Synergetic Air Breathing Rocket – um motor híbrido que usa hidrogênio e que foi projetado para ser instalado em aviões comerciais e naves espaciais. O mecanismo funciona resfriando o ar que chega aos motores usando minúsculos tubos de hélio super-resfriado.
Atualmente, a equipe está testando partes do motor em Denver e no colorado. Eles esperam iniciar seus voos de teste em meados de 2020, antes dos voos comerciais, que estão programados para 2030.
“O mecanismo de resfriamento é um dos projetos de engenharia mais empolgantes do Reino Unido e pode mudar para sempre a maneira na qual lançamos satélites em órbita e viajamos pelo mundo”, disse Chris Skidmore, ministro da Ciência do Reino Unido.
Via: Telegraph