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A polícia de Clark County, no estado norte-americano do Arkansas, prendeu um professor de química da Henderson State University pela produção de metanfetamina. O homem de 40 anos, chamado Bradley Allen Rowland, foi preso nesta sexta-feira (15) e declarou ser um viciado na série “Breaking Bad“.
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Rowland trabalhava em conjunto com Terry David Bateman, de 45 anos, também professor de química na mesma instituição. Ambos foram acusados pela posse e produção de metanfetamina, além do uso de equipamentos para fabricação de drogas, segundo o xerife do condado.
Bateman e Rowland estavam afastados administrativamente desde o dia 11 de outubro, três dias após “relatos de um odor químico indeterminado” no centro de ciências da universidade, de acordo com uma porta-voz da Henderson State. Testes iniciais indicaram a presença de cloreto de benzila, um composto químico que pode ser usado para sintetizar metanfetamina. O prédio então foi evacuado e permaneceu fechado até o dia 29 de outubro, quando voltou a abrir suas portas.

Em abril, o professor Bateman recebeu uma homenagem por seus dez anos de serviço na Henderson State. Além disso, o jornal da universidade publicou um artigo sobre o professor Rowland há alguns anos, chamado “Henderson Heisenberg”, no qual ele falava sobre suas conquistas acadêmicas e outros aspectos de sua vida pessoal. Vale lembrar que o personagem principal da série “Breaking Bad”, o também professor de química “Walter White” (interpretado pelo ator Bryan Cranston), era conhecido no mundo do crime pelo codinome “Heisenberg”.
A polícia segue investigando o caso para determinar se os suspeitos realmente produziam a droga naquele local ou se apenas estocavam material no laboratório, a fim de criar suspeitas contra a universidade.
Os professores agora aguardam julgamento, de acordo com informações do departamento de polícia local. O uso de equipamentos para fabricação de drogas pode dar até 20 anos de cadeia. A produção de metanfetamina, por sua vez, pode acarretar em uma sentença de 40 anos de prisão.
Via: The Washington Post