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O Facebook anunciou, nesta quarta-feira (25), uma parceria com o Ministério da Saúde para ampliar o acesso de usuários da plataforma à informações sobre a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.
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Em comunicado à imprensa, a rede social diz que vai fornecer créditos de anúncios para o órgão promover campanhas informativas a respeito da epidemia. A empresa garante também o acesso do Ministério da Saúde ao CrowdTangle. A ferramenta é usada por agências de checagem de fatos e governos locais para mensurar como conteúdos online se disseminam no Facebook e no Instagram.
Segundo a nota, o Facebook já aproveita o recurso para monitorar publicações sobre o novo coronavírus. “Sabendo quais tipos de informações estão sendo disseminadas online, as autoridades podem construir campanhas informativas mais efetivas”, diz o documento.
A empresa ressalta a política global de remover falsas promessas de cura ou teorias da conspiração mediante ao alerta de organizações de saúde mundiais e locais sobre a existência deste tipo de conteúdo.
Além disso, a parceria vai promover notificações no topo dos feeds do Facebook e do Instagram com informações atualizadas sobre a epidemia. O serviço deve ser implementado “a partir dos próximos dias”.
“O tráfego de informações sobre o tema coronavírus tem sido intenso, então é importante canalizar a opinião pública para fontes confiáveis, o Facebook vai nos ajudar nisso”, afirma o diretor de Comunicação Social do Ministério da Saúde, Ugo Braga.
Ações Globais
- As buscas no Facebook relacionadas a Covid-19 apresentam um pop-up com encaminhamentos para sites com informações confiáveis. No Brasil, o quadro direciona o usuário para a plataforma do Ministério da Saúde.
- Outra medida corresponde à proibição de anúncios que buscam criar pânico ou de produtos que prometem a cura ou a prevenção dos vírus. Embora essa prática seja importante não somente em tempos de crise, o Facebook afirma que trata-se de uma “nova política para proteger as pessoas daqueles tentando tirar proveito de uma emergência global”.