Siga o Olhar Digital no Google Discover
Os humanos frequentemente utilizam a tecnologia para ajudar no funcionamento de partes do corpo que não atuam mais da maneira que deveriam. Os óculos são o exemplo mais comum disso. No futuro, porém, poderá ser possível utilizar neurônios artificiais para reparar alguma lesão cerebral.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 200,29
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Uma equipe internacional de pesquisadores desenvolveu um novo método de comunicação entre neurônios reais e artificiais utilizando a luz. A técnica, chamada optogenética, fornece maior controle do direcionamento do que o observado na tradicional comunicação baseada em eletricidade.
Para o experimento ser concluído, foi necessária uma mudança nos neurônios biológicos para que produzissem proteínas sensíveis à luz. Visando uma área de 0,8 por 0,8 milímetros dentro de uma rede maior, a equipe fez com que os neurônios reais respondessem através de mudanças em seu próprio ritmo e de toda a rede.

“A chave do nosso sucesso foi entender que os ritmos dos neurônios artificiais tinham que coincidir com os dos neurônios reais. Quando conseguimos fazer isso, a rede biológica foi capaz de responder às ‘melodias’ enviadas pela artificial”, afirmou Timothée Levi, engenheiro biomédico da Universidade de Tóquio.
O conjunto de eletrodos utilizado para detectar a resposta neural era quatro vezes maior que a área estimulada. Os pesquisadores apontaram que isso fez com que eles provavelmente não tenham capturado a resposta completa.
Ainda assim, os experimentos forneceram informações importantes para uma comunicação mais eficiente, segundo a equipe. Se o potencial prático desse tecnologia for atingido, podemos, um dia, ter uma forma de recuperar o cérebro de lesões traumáticas e doenças como o Parkinson. Promissor, não é mesmo?
Via: Science Alert