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Para entender como o novo coronavírus se liga às células humanas, é essencial modelar proteínas. Este processo, também chamado de dobramento, recebe um grande impulso dos esforços de computação distribuída, como o programa global Folding@home, que emprega até mesmo computadores de uso comum para lidar com grandes problemas.
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Por isso, a Microsoft está testando data centers pré-embalados, do tamanho de contêineres, que podem ser feitos sob demanda e operados debaixo do oceano, para contribuir com esses esforços em larga escala. Um desses data centers começou a ser usado na Escócia, a fim de modelar proteínas virais.
O chamado “Natick” não é um projeto novo para a Microsoft, que opera um data center dentro do mar há dois anos. Mas a mudança de foco para a Covid-19 representa uma nova etapa e é obviamente uma resposta à necessidade de mais avanços sobre nosso entendimento do vírus e das terapias potenciais que poderiam ser usadas para tratar ou prevenir a contaminação.

Servidores de um data center. Imagem: Wikimedia
Por dentro do data center subaquático
Dentro do data center tubular submerso existem 864 servidores, fornecendo um poder de computação significativo. A ideia de um data center submerso dentro de um tubo é proporcionar mais eficiência em termos de temperatura de operação.
O gerenciamento térmico e de resfriamento é essencial para qualquer equipamento de processamento de alta capacidade, porque toda essa energia computacional gera uma enorme quantidade de calor. É por isso que vemos equipamentos de refrigeração mais desenvolvidos em computadores feitos para rodar jogos em alto desempenho, o que é duplamente essencial quando se trata de um data center.
Estando submerso, o ambiente fornece um resfriamento natural que permite aos processadores funcionarem consistentemente em velocidades mais altas, sem a necessidade de usar mais energia para acionar ventiladores ou sistemas de resfriamento líquido mais elaborados.
Se o projeto da Microsoft funcionar como o esperado, futuras propostas de computação distribuída poderão se beneficiar imensamente da implantação sob demanda de vários dos data centers subaquáticos, distribuídos em diversas partes do oceano.
Via: TechCrunch