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O cronograma de vacinação contra a Covid-19 pode mudar em São Paulo mesmo antes de ter sido iniciado. A novidade, que está sendo discutida pelo Centro de Contingência do Coronavírus do governo Estadual, está relacionada à CoronaVac, vacina da chinesa Sinovac. O órgão cogita a aplicação de uma dose única da vacina, sendo que o comum são duas doses.
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O objetivo seria acelerar a imunização no Estado, e em todo o Brasil, a depender do posicionamento final do Ministério da Saúde. A vacina, que será produzida em parceria com o Instituto Butantan, deve ter eficácia apresentada nesta quinta-feira (7), após os dados terem sido adiados por duas vezes. Dessa forma, a decisão pela dose única depende justamente da eficácia do remédio.
Ainda, entretanto, não há decisões firmadas neste sentido, pois a proposta não foi apresentada ao Butantan, por enquanto.
Prós e contras da dose única
A sugestão de dose única pode apresentar alguns benefícios para a imunização no geral. Nesta linha de trabalho, seria possível a aplicação da vacina em mais pessoas do que o previsto inicialmente, e de forma ainda mais rápida. Este pode ser um ponto importante quando considerada a atual situação na Europa, onde faltam vacinas. Nesse sentido, alguns países da região já colocaram em prática os planos de dose única.

Mas também há contras. A autorização de uso da CoronaVac, mesmo que emergencial, depende dos resultados apresentados pelos voluntários que tomaram duas doses. Assim sendo, testes adicionais seriam necessários se a ideia de dose única for sacramentada.
Tal possibilidade exigiria mais tempo para realização de testes e coleta de resultados antes do pedido de autorização à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Além disso, todos os esforços da equipe estadual de saúde para a criação de um cronograma seriam descartados. Isto é, o plano que prevê a finalização da primeira fase da campanha até março teria que ser totalmente revisto. Atualmente, o governador João Dória mantém a data de 25 de janeiro para iniciar a vacinação em São Paulo.

Também vale lembrar que todo o plano pode ser atrasado se variantes do vírus prevalecerem e a fórmula das vacinas atuais não forem suficientes para este combate. Embora a afirmação de que os imunizantes que estão sendo produzidos ao redor do mundo sejam eficientes deste ponto de vista, já se ouve falar sobre uma variante sul-africana que pode mudar esta ideia.
Via: Folha de S.Paulo