Siga o Olhar Digital no Google Discover
A retirada do Parler dos servidores da Amazon e o bloqueio de contas de extremistas em outras redes sociais fez com que um número crescente de usuários migrasse a publicação de panfletos e imagens incentivando atos violentos para o Facebook. Dezenas de posts estão sendo monitorados pela rede social.
Ofertas
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
O uso da retórica inflamada ecoa as convocações que resultaram na invasão Capitólio dos Estados Unidos na semana passada. Autoridades norte-americanas alertam para a possibilidade de novos protestos violentos durante a posse do presidente eleito Joe Biden, no próximo dia 20.
O Facebook está removendo as publicações usando tecnologia de reconhecimento de imagens – identificadas por um grupo de organizações parceiras que rastreiam terrorismo e crimes cibernéticos. “Trabalhamos com especialistas em inteligência cibernética para detectar convocações para atos de violência e remover conteúdo prejudicial que poderia levar a mais violência”, disse um porta-voz da empresa à Bloomberg.

A rede social considera a invasão ao Capitólio dos EUA um evento que viola sua “política de organizações e indivíduos perigosos”, o que significa que o conteúdo que elogia o evento será removido. O próprio presidente Donald Trump foi bloqueado da rede após o ato promovido por seus apoiadores em Washington.
Preparação para a posse
A rede social já baniu mais de 250 grupos de supremacia branca e está trabalhando para “proibir a QAnon e os grupos de milícia de se organizarem em nossa plataforma”, completou o porta-voz.
O Facebook também está removendo publicações contendo a frase “stop the steal” (“parem com o roubo”), que faz referência às acusações – até então infundadas – de que as eleições presidenciais de novembro tenham sido fraudadas.

“Temos permitido debates robustos relacionados ao resultado da eleição e isso vai continuar”, explicam Guy Rosen, vice-presidente de integridade, e Monika Bickert, vice-presidente de gerenciamento de políticas globais.
“Mas com as tentativas contínuas de organizar eventos contra o resultado da eleição presidencial dos EUA que pode levar à violência, e o uso do termo por aqueles envolvidos na violência de quarta-feira (6) na capital, estamos dando mais um passo na preparação para o evento da posse”, completam os executivos, em um comunicado oficial.
Via: Bloomberg