Siga o Olhar Digital no Google Discover
Nesta segunda-feira (1°), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), anunciou que o governo federal deve entregar 140 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 até maio. Segundo Lira, a distribuição dos imunizantes contra a Covid-19 foi um dos temas tratados no domingo (28), em reunião no Palácio da Alvorada com o presidente Jair Bolsonaro.
Ofertas
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Ele não detalhou, porém, o cronograma de distribuição discutido na reunião nem quais vacinas estão incluídas. “Se as perspectivas correm bem, com importação de insumos e fabricação [dos imunizantes], podemos ter 140 milhões de vacinas para março, abril e maio. Estamos trabalhando para isso, é a única saída que nós temos para garantir a saúde da população e a manutenção da economia”, destacou o presidente da Câmara.
O número, no entanto, indica uma redução de quase 10 milhões de vacinas em relação ao cronograma divulgado em fevereiro pelo ministério da Saúde. No dia 17, o órgão informou que 149,4 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 seriam distribuídas aos Estados entre março e maio.
Dessas, 76,8 milhões seriam doses de Covishield e 40 milhões seriam unidades de CoronaVac. O restante seriam 20 milhões de doses de Covaxin, 10 milhões de Sputnik V e 2,6 milhões de unidades de Covishield vindas da aliança Covax.

Auxílio emergencial
Ainda de acordo com Lira, a reunião com o presidente Jair Bolsonaro confirmou uma nova rodada de auxílio emergencial. Ele será distribuído por quatro meses — de março a junho — e terá o valor de R$ 250 mensais.
Durante esse período, o Parlamento pretende aprovar um novo programa social permanente. A ideia é amenizar os impactos da crise econômica e do desemprego para a população brasileira.