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O Chile está ganhando destaque em meio aos países da América Latina no combate a pandemia do coronavírus. O país não perdeu tempo e fechou diversos acordos para obtenção das vacinas contra o vírus e não economizou esforços para criação de uma logística efetiva que visasse a vacinação anticovid rápida.
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Atualmente, a nação andina está no ranking dos 10 países que mais vacinaram no mundo, com 21% da população imunizada com a primeira dose do fármaco. A meta do governo é vacinar 80% de toda população até junho deste ano, o que geraria a tão famosa imunidade de rebanho.

Com a taxa de vacinação anticovid em alta, o Chile pode afrouxar as medidas de restrição, o que fomentou a reabertura econômica. Além disso, a demanda por matérias-primas como cobre cresceu e o país despontou, já que é o maior produtor mundial do elemento químico. Estes fatos fizeram os olhos de economistas de todo o mundo se virar para o Chile e revisar as projeções do PIB em 2021.
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Os principais analistas estimaram crescimento do PIB chileno. A consultoria Oxford Economics elevou a estimativa em 0,3%, passando de 6,1% para 6,4%. Já o banco JP Morgan prevê uma expansão de 5,9%, 0,4% maior que a estimativa anterior. A consultoria Pantheon Macroeconomics e o Itaú BBA possuem uma projeção mais ousada, ambos acreditam em um crescimento de 6,5% do PIB neste ano. Enquanto o FMI (Fundo Monetário Internacional) divulgou nesta semana que enxerga um crescimento de 6% do PIB do Chile em 2021.
Vale ressaltar que a economia chilena encolheu 6,1% em 2020, mas teve uma rápida recuperação devido à uma medida do Congresso que aprovou duas rodadas de saques dos fundos de pensão privados, em quantia máxima de 10% do patrimônio. Além disso, um dos principais produtos de importação do país, o cobre, teve uma alta de 15% só neste ano, puxado, principalmente, pelo aumento de importações da China.
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