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A reentrada do corpo de um foguete iluminou os céus do noroeste dos Estados Unidos na noite desta quinta feira, 25 de março. Por volta das 21:00 no horário local (01:00 da manhã do dia 26 no horário de Brasília), moradores da região começaram a ver uma série de bolas de fogo cruzando o céu, vindas de sudoeste em direção ao nordeste. Como os objetos eram lentos, muitos conseguiram pegar o celular e registrar o fenômeno.
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Confira os vídeos:
Segundo a BRAMON, a Rede Brasileira de Observação de Meteoros, que analisou as imagens, trata-se do segundo estágio do foguete Falcon 9 da SpaceX lançado em 04 de março deste ano, a partir do Kennedy Space Center, na Califórnia. Este lançamento levou para o espaço o 17° grupo de 60 satélites da Constelação Starlink, que deve prover internet via satélite para todas as regiões do planeta.

Este segundo estágio do Falcon-9 possui algumas partes capazes de resistir ao processo de reentrada e podem chegar ao solo e, embora as chances sejam mínimas, essas partes podem causar algum dano. Por esse motivo, a SpaceX planejou uma manobra de de-orbitação controlada. Ela consiste basicamente em ativar os motores para frear o foguete em órbita, forçando a reentrada em um local seguro. O planejamento era realizar essa manobra 2 horas e meia após a decolagem (no dia 04), provocando a reentrada sobre o Oceano Índico em uma área previamente calculada e devidamente evacuada.
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Entretanto a manobra não funcionou. Observadores amadores de satélites perceberam que o objeto permanecia em órbita mesmo depois do horário planejado para reentrada. Depois disso, os novos parâmetros orbitais foram calculados, e a reentrada natural do foguete estava prevista para ocorrer às 23:07 do dia 25, no horário de Brasília, sobre o Oceano Pacífico. A previsão foi feita por Joseph Remis, especialista em cálculos de reentrada e tinha uma margem de erro de 3 horas.

A reentrada do segundo estágio do foguete Falcon-9 terminou ocorrendo à 01:00 da manhã do dia 26 (dentro da margem de erro) no norte da Costa Oeste Americana. As partes mais resistentes provavelmente devem ter caído próximo à fronteira com o Canadá mas, até o momento, não há relatos de danos.

Segundo tratados internacionais, a SpaceX, proprietária do foguete, é responsável por resgatar os detritos encontrados e indenizar os moradores em caso de possíveis danos.
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