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A vacina do laboratório anglo-sueco AstraZeneca, produzida em parceria com a Universidade de Oxford, no Reino Unido, acaba de receber o aval da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) para uso. Com isso, ela recebeu o nome de Vaxzevria.
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A farmacêutica afirmou que a adoção de um nome comercial é habitual e foi planejada há meses. “A alteração não significa qualquer mudança na política da AstraZeneca de distribuição da vacina, sem lucro durante a pandemia”, informou a empresa em nota oficial. A vacina desenvolvida pelas concorrentes Pfizer e BioNTech, “BNT162b2”, agora se chama “Comiranty” na UE.
Em comunicado também oficial, a EMA afirma que, além da mudança de nome, foi incluída na informação sobre o imunizante um aviso de supostos casos de coágulos sanguíneos raros. “Estão em curso algumas investigações a respeito de uma possível relação do efeito com a vacina”, diz a nota. “As pessoas vacinadas devem procurar ajuda médica imediata em casos de coagulação ou hemorragia”, ainda informa o documento.

Crédito: ShutterShock
Por outro lado, a EMA insiste que “os benefícios da Vaxzevria na prevenção da Covid-19 continuam superando os riscos”. O órgão também pontuou que mais de 10 milhões de doses de Vaxzevria foram administradas na União Europeia e no Espaço Econômico Europeu – o índice ainda é bem abaixo das 120 milhões de doses acordadas entre a farmacêutica e a Comissão Europeia para o primeiro trimestre de 2021.
Atualmente, estão aprovadas quatro vacinas na UE: Pfizer/BioNTech (Comirnaty), Moderna, Vaxzevria e Janssen (grupo Johnson & Johnson, ainda não distribuída). Para o segundo trimestre do ano, a expectativa é chegar a 360 milhões de doses à UE, principalmente da Pfizer/BioNTech (200 milhões), da Vaxzevria (70 milhões do total de 180 milhões acordadas), da Janssen (55 milhões) e da Moderna (35 milhões).
Fonte: Revista Vogue