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A Xiaomi anunciou que irá produzir a primeira motocicleta híbrida com motor elétrico e a hidrogênio, batizada de Segway Apex H2. O projeto vem da China e, mesmo ainda sendo um conceito, já abriu reserva para pedidos de compra desde o início de abril.
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Continuação da linha Segway Apex, moto elétrica revelada pela empresa no final de 2019, a Apex H2 se destaca principalmente pela fonte de alimentação híbrida, que combina um motor elétrico e endotérmico unidos por um cilindro de hidrogênio de liga sólida. A empresa diz que o veículo foi construído assim por razões de “maior segurança e eficiência”.
Ou seja: a motocicleta não é recarregada por cabo como a elétrica normal, basta apenar mudar o botijão, que segundo a Xiaomi consumirá 1 grama de hidrogênio por quilômetro.

Além de trocáveis, os cilindros de hidrogênio que fornecem o combustível são recarregáveis, o que reduziria o tempo necessário para recarga em comparação com uma moto elétrica comum. A ideia parece bacana, mas exigiria uma infraestrutura significativa durante uma viagem mais longa ou mesmo para comercializar os cilindros em maior escala.
O design moderno, futurista e esportivo inclui não um, mas dois braços oscilantes (garfo oscilante ou pivotador) de um lado, o que significa que as rodas da Apex H2 parecem “flutuar”. A moto movida a hidrogênio da Segway, marca que pertence a Xiaomi, também possui adereços especiais, como os faróis horizontais já integrados ao veículo e uma tela multimídia frontal dianteira de 7 polegadas.
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Ainda segundo as descrições oficiais, a união de eletricidade e hidrogênio dará origem a um veículo com 150 km/h de velocidade máxima e aceleração de 0 a 100 km/h em 4 segundos, além de uma potência de 60 kW.

De acordo com a Segway, a Apex H2 será produzida em dois anos e é estimado que as primeiras entregas sejam feitas a partir de 2023. O preço da moto movida a hidrogênio será de aproximadamente US$ 10.700 (quase R$ 60 mil), mais caro do que uma motocicleta elétrica zero km comum.
Fonte: Electrek
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