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A Samsung ultrapassou novamente a Apple e recuperou a liderança do mercado global de smartphones durante o primeiro trimestre de 2021, de acordo com um relatório da consultoria Strategy Analytics, especializada em análises e pesquisas de mercado.
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A recuperação do posto pela sul-coreana foi influenciada pelo ótimo desempenho comercial da companhia asiática: durante os três primeiros meses deste ano, a Samsung observou suas remessas de smartphones crescerem 32% em relação ao mesmo período de 2020, o que resultou na venda de 77 milhões de celulares.
Ultrapassada pela Samsung, a Apple caiu para segundo lugar, já que vendeu 57 milhões de smartphones — 20 milhões a menos do que a sul-coreana. Ainda assim, a empresa de Tim Cook registrou um crescimento de 44% em relação ao primeiro trimestre de 2020, quando vendeu 39 milhões de iPhones.
O top 5 ainda contou com as chinesas Xiaomi, Oppo e vivo, que venderam, respectivamente, 49 milhões, 38 milhões e 37 milhões de celulares.

Com isso, a Samsung passou a deter 23% do mercado global de smartphones, seguido por Apple (17%), Xiaomi (15%), Oppo (11%) e vivo (11%).
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E a crise?
Ainda de acordo com o relatório, cerca de 340 milhões de smartphones foram vendidos durante o primeiro trimestre deste ano. O dado representa uma alta de 24% em relação ao mesmo período de 2020, quando foram registrados 275 milhões de celulares vendidos no mundo todo.
O resultado positivo é surpreendente, ainda mais diante da atual crise global de chips semicondutores que tem afetado diversos setores da indústria — desde eletrônicos (como celulares) até automóveis.
Por conta de fatores como a guerra comercial entre China e Estados Unidos, paralisação da produção em virtude da pandemia do coronavírus e fatores climáticos, há uma escassez global de semicondutores, o que tem provocado a falta de produtos no mercado e valores exorbitantes de produtos, resultantes de uma oferta reduzida.
Ao que parece, a crise de chips não apresentou impactos significativos para Samsung, Apple e outras marcas de celulares. Bom pra eles — e para os consumidores, é claro.
Fonte: SamMobile