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A empresa por trás do aplicativo de vídeos curtos Kwai e principal rival do TikTok se chama Kuaishou e estreou esta semana operações na Argentina, Colômbia e México. Além disso, ampliou sua equipe no Brasil, com contratações para seu escritório em São Paulo.

A expansão do aplicativo no continente acontece em um momento em que a empresa está mais capitalizada, depois de uma boa abertura de capital na bolsa de Hong Kong, já que a companhia supera os US$ 130 bilhões em valor de mercado.

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Por mais que haja um rival muito consolidado, a popularidade do app é crescente. De acordo com a Mariana Sensini, diretora do Kuaishou no Brasil, só entre maio e julho de 2020, o Kwai ganhou 20 milhões de novos usuários no país.

Ela disse que a pandemia tem induzido os brasileiros em casa a procurar novas formas de se entreter no meio digital: “No dia 10 de maio, por exemplo, tivemos 500 mil brasileiros inscritos no Kwai em 24 horas.”

Ao todo, a empresa tem em média de 26 milhões de usuários ativos por mês no Brasil, sendo o número de pessoas que abriu o aplicativo pelo menos uma vez para ver vídeos no último mês. Os criadores de conteúdo podem contar com um modelo de receita que se chama “gorjetas” em que podem receber doações tanto de fãs como seguidores. Ademais, os influenciadores usam a plataforma para fazer publicidade para marcas. 

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Inclusive, o aplicativo Kwai estreia sua primeira campanha de mídia no Brasil, com comerciais em TV aberta e a cabo. Esse investimento é uma novidade, já que as empresas de internet da China optam por anúncios digitais. Conforme Sensini, para ascender em diferentes áreas do país ficando mais conhecido e popular faz sentido obter pela publicidade na TV.

Uma das estrelas da campanha do Kwai é JP Venâncios, que possui mais de 2,4 milhões de seguidores ao gravar vídeos ao lado de sua avó, Francisca, de 70 anos. Porém, a diretora do Kwai no Brasil é contrária a ideia de que apps de vídeos curtos são populares apenas entre adolescentes. “Atingimos todas as idades, nosso público é muito diverso, embora haja uma concentração de usuários na faixa etária acima dos 20 anos”, argumentou. 

Fonte: UOL

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