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A Xiaomi superou a Apple na Europa, assumindo o segundo lugar no ranking de fabricantes de smartphones no velho continente, segundo levantamento feito pela firma de pesquisa Canalys.
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Pelos números divulgados em relação ao desempenho das empresas no primeiro trimestre de 2021 (Q1 2021), a Xiaomi agora detém 23% do mercado europeu, contra 19% da Apple. A líder ainda é a Samsung, com seus 35%. Em quarto e quinto lugares temos a Oppo (4%) e a Huawei (3%).
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Outras informações referem-se ao crescimento das empresas ano a ano (YoY): na Europa, a Xiaomi vem aumentando seu tamanho em 85%, versus 22% da “maçã”. O crescimento da chinesa é o segundo maior das cinco empresas mencionadas, sendo superada apenas pela Oppo (153%), mas ficando à frente da Samsung (21%) e da Huawei (que encolheu 81%).
É importante ressaltar, porém, que Xiaomi e Apple não possuem uma concorrência muito direta no mercado europeu: a primeira – relativamente nova no continente – manteve-se firme nas ofertas de smartphones de entrada e intermediários com bom desempenho (consequentemente, bem mais baratos), enquanto a segunda – que já atua na região há décadas – seguiu com suas ofertas para o público premium.
Entretanto, isso vem mudando aos poucos, com a chegada de smartphones topo de linha da Xiaomi em regiões essenciais como o Reino Unido. Nos próximos anos, é provável que a concorrência seja mais direta, o que deve se refletir nos números.
De qualquer forma, a informação ressalta uma vitória da Xiaomi sobre a Apple: no mercado global, a empresa de Cupertino ainda é a segunda maior do mundo, mas a gigante chinesa, em terceiro lugar, vem diminuindo essa diferença a passos largos.

Quando a Canalys segmentou ainda mais a sua pesquisa, limitando análises à parte ocidental da Europa, a situação mudou um pouco: a Apple apresentou uma fatia maior de mercado (25%) que a Xiaomi (17%).
Entretanto, a empresa de pesquisa de mercado ressalta que os números da Apple mostram uma queda, enquanto os da Xiaomi trazem estabilidade. Duas conclusões podem ser tiradas aqui: a primeira é a de que o lado asiático do mundo ainda é responsável pelo crescimento da Xiaomi, e a segunda é a de que a Apple está aos poucos perdendo terreno em mercados considerados essenciais.
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