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O Facebook anunciou na última quarta-feira (9) uma parceria com a farmacêutica Merk com o objetivo de potencializar o alcance de vacinas em comunidades carentes. Ambas comprometerão US$ 20 milhões de seu orçamento pela causa, que se desenvolverá de forma plurianual e que, por ora, não terá prazo para terminar.
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Chamada de Alliance for Advancing Health Online, a aliança está criando um fundo que concederá subsídios para “pesquisadores e organizações que estão explorando a melhor forma de usar a ciência comportamental, as mídias sociais e as plataformas digitais para construir confiança e acesso às vacinas”, explicou o chefe de saúde do Facebook, Kang-Xing Jin, no blog da empresa.
Segundo o site CNET, a iniciativa conta ainda com outros parceiros, são eles: Banco Mundial, Bay Area Global Health Alliance, CDC Foundation, MIT Initiative on the Digital Economy, Organização Mundial da Saúde (OMS), Sabin Vaccine Institute e o Vaccine Confidence Project na London School of Hygiene and Tropical Medicine.

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O Facebook é uma das redes sociais que tem lutado contra a desinformação a respeito das vacinas contra a Covid-19, adicionando estratégias e ferramentas dentro da própria plataforma como, por exemplo, direcionar as pessoas a fontes mais confiáveis quando acessam publicações sobre o assunto.
“Esta nova iniciativa visa promover a compreensão pública de como a mídia social e as ciências comportamentais podem ser alavancadas para melhorar a saúde das comunidades em todo o mundo”, acrescentou Jin.
De acordo com a Reuters e dados do Our World in Data Project da Universidade de Oxford, ao menos 199 países já estão se vacinando contra a Covid-19 e 2,2 bilhões de doses de vacina já foram administradas em todo o mundo. No entanto, países desenvolvidos têm maior acesso às vacinas e pelo menos 52% dessa população que recebeu a dose fazem parte de países que possuem uma média de renda superior.
Ao mesmo tempo, devido a desinformação, muitas pessoas ainda hesitam em receber a dose. Em março, o Facebook divulgou uma pesquisa junto a Carnegie Mellon University e a University of Maryland que apontou que 23% dos adultos norte-americanos têm medo de tomar os imunizantes contra o vírus.
Com isso, o Facebook ressalta a importância das medidas para combate a desinformação, além da abordagem de forma científica sobre os possíveis efeitos colaterais.
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