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A Moderna esclareceu que as evidências científicas não indicam que a sua vacina contra a Covid-19 tenha sido a causa do desenvolvimento de uma doença cardíaca em algumas pessoas. Nesta sexta-feira (11), a farmacêutica informou em um comunicado que, após revisar os dados de segurança disponíveis sobre sua injeção para casos de miocardite e pericardite: “não estabeleceu uma associação causal com sua vacina”.
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Sendo assim, os consultores de saúde pública dos Estados Unidos planejam se reunir no final do mês para discutir a ligação potencial entre as vacinas de Covid-19 que usam a tecnologia de RNA mensageiro, incluindo a vacina Moderna e Pfizer/BioNTech, e a inflamação do coração após várisa pessoas vacinadas experimentaram miocardite.
“Continuará monitorando de perto esses relatórios e está trabalhando ativamente com a saúde pública e as autoridades regulatórias para avaliar melhor essa questão”, disse a empresa. Com isso, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças identificaram 216 casos de inflamação do coração depois da primeira dose de uma injeção de mRNA e também outros 573 casos após a segunda dose.
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Depois da primeira dose, a média de idade das pessoas com miocardite ou pericardite foi de 30 anos e 24 nos casos da segunda dose. Houve 475 casos entre pessoas com menos de 30 anos. A vacina da Moderna está autorizada para adultos de 18 anos ou mais, só que em revisão da FDA para crianças de 12 a 17 anos.
Além disso, a maioria dos pacientes respondeu bem ao tratamento e ao repouso, segundo o CDC, e mais de 8 em cada 10 tiveram alívio completo dos sintomas. Neste momento, a agência está examinando os casos por idade, sendo que cerca de 130 milhões de americanos receberam o regime completo de duas doses de uma das duas vacinas de mRNA autorizadas.
Fonte: Bloomberg
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