Uma imagem digital pixelizada de um personagem digital foi vendida com o certificado de autenticidade em token não fungível (NFT) foi vendida por US$ 11,7 milhões (R$ 59,91 milhões). O leilão foi realizado pela galeria Sotheby’s, em Nova York, nos Estados Unidos, na última quinta-feira (10), o que fez com que a obra se tornasse o segundo objeto digital mais caro da história.

A obra em questão foi o CryptoPunk 7523, pertencente a uma empresa americana chamada Larva Labs, uma das principais colaboradoras no desenvolvimento da tecnologia NFT. A imagem faz referência aos clássicos personagens de videogame em 8 bits da década de 1980.Cada um deles está associado a um certificado de autenticidade teoricamente inviolável.

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Outros CryptoPunks já foram vendidos por altos valores anteriormente, sempre na casa dos US$ 7,5 milhões (R$ 38,4 milhões, na cotação atual). Porém, o 7523 tem algo especial, que fez com que seu valor subisse em mais de três milhões de dólares. Chamado de “Covid Alien”, o CryptoPunk 7523 é o único entre os 10 mil personagens criados que usa uma máscara cirúrgica.

Vice-campeão

O valor do CryptoPunk 7523 é o segundo mais alto já pago por um NFT, ficando atrás apenas da obra de arte digital “Everydays”, elaborada pelo artista Beeple, que foi vendida em um leilão realizado em meados de março. O valor da obra foi nada menos que US$ 69,3 milhões (R$ 327,17 milhões, na cotação atual).

A Sotheby’s divulgou quem foi o comprador da obra, trata-se do milionário Shalom McKenzie, acionista majoritário da DraftKings, uma empresa focada em apostas esportivas online. De acordo com a revista Forbes, em abril de 2021, a fortuna de McKenzie estava avaliada em US$ 1,7 bilhões (R$ 8,70 bilhões).

Com informações do UOL

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