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O ano de 2021 não está sendo nada fácil para o bitcoin. A criptomoeda vem enfrentando quedas consecutivas em seu valor de mercado e, na última terça-feira (22), a cotação do ativo foi para menos de US$ 30 mil (cerca de R$ 148 mil) – essa queda brusca é o que pode dar, em tese, o start para o que investidores chamam de “cruz da morte”.
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A nova queda do bitcoin representa uma grande perda para o ativo, pois ele chegou a valer 50% mais em abril deste ano, quando atingiu o recorde histórico de US$ 64,8 mil.

A “cruz da morte” é um sinal encontrado no gráfico de análises de tendências futuras e sugere perdas muito grandes. O fenômeno se dá quando o valor médio de um ativo nos últimos 50 dias cai dramaticamente, ficando abaixo do valor médio dos últimos 200 dias.
“A cruz é um padrão de comportamento que todo mundo que faz análise técnica vê. E como todo mundo vê, isso ganha peso”, disse o vice-gerente de estratégias de investimento da empresa de serviços financeiros Falcom Asset Manager, Hugo Osorio, à BBC News.
O analista afirma que a cruz da morte não é um bom sinal e demonstra uma confirmação que a tendência no longo prazo é de baixa no mercado.
Com a formação da cruz a expectativa é de que investidores passem a se livrar de bitcoins o mais rápido possível, acelerando ainda mais a queda do ativo.
No entanto, vale ressaltar, a identificação do fenômeno não é regra para queda.
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No início da pandemia da Covid-19, em março de 2020, o bitcoin já chegou a enfrentar outra cruz da morte, identificada no período para o ativo.
Contradizendo tais previsões, o valor da criptomoeda subiu cerca de 1.000% em um ano.
Especialistas afirmam que as situações são diferentes, já que o mercado como um todo estava sendo abalado em 2020 e, quando se recuperou, levou o bitcoin junto.
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