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Uma nova variante do SARS-CoV-2, vírus responsável pela Covid-19, está preocupando cientistas dos Estados Unidos. A variante Epsilon (B.1.427/B.1.429 ou CAL.20C) pode comprometer a proteção adquirida por meio de vacinas mRNA (RNA mensageiro) ou por meio de infecção pelo vírus.
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De acordo com um artigo publicado na revista científica Science, cientistas analisaram os anticorpos neutralizantes produzidos pelas vacinas da Pfizer/BioNTech e da Moderna, além de analisar os anticorpos das pessoas que já foram infectadas pela Covid-19.

Nos dois casos foi apontada uma diminuição na proteção contra a Covid-19. No entanto, os anticorpos produzidos pela vacinação se saíram melhor do que aqueles produzidos naturalmente durante a infecção pela doença.
Os pesquisadores apontaram que a nova variante da Covid-19 é capaz de impactar negativamente a ligação dos anticorpos, fazendo com que eles não consigam combater completamente o agente infeccioso do SARS-CoV-2.
Durante o estudo foi testado em laboratório como o soro de pacientes completamente vacinados pelos imunizantes da Moderna e Pfizer/BioNTech iriam se comportar. Infelizmente, os anticorpos dessas amostras sofreram uma redução de 2 a 3 vezes no poder de neutralização.
Também foi analisado da mesma maneira as amostras coletadas de pacientes que já foram infectados pela Covid-19. Neste caso, os anticorpos perderam 5 vezes sua capacidade de neutralização contra a nova variante Epsilon.
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A nova variante da Covid-19 foi classificada pela Organização Mundial da Saúde como de interesse (VOI), o que significa que ela deve ser monitorada e ainda não representa um perigo real, já que suas mutações já são conhecidas.
Mas o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, assim como os pesquisadores responsáveis pelo estudo, classificou a variante como de preocupação (VOC) – um perigo para a saúde pública de todo o mundo.
O Brasil ainda não detectou nenhum caso da nova variante da Covid-19.
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