Siga o Olhar Digital no Google Discover
Um grupo de cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, apontou que ao procurar entender o funcionamento das células cerebrais puderam notar um mecanismo subjacente de uma rara mutação genética que pode ser o agente responsável pela epilepsia.
Ofertas
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
“Estamos entusiasmados e surpresos por fazer uma contribuição tão importante para o campo da neurociência celular e molecular”, afirmou o autor do estudo, Victor Anggono, ao apontar que a mutação é extremamente rara e foi relatada apenas uma vez no mundo.

De acordo com o pesquisador, a mutação faz com que os receptores das células cerebrais se comportem de maneira diferente, causando um desequilíbrio na comunicação das células, o que pode causar distúrbios como a epilepsia.
Anggono relatou ainda que células com mais comunicação estão mais relacionadas com a epilepsia e morte, enquanto as mais “quietas” podem afetar negativamente a memória e a capacidade de aprendizado.
Apesar de existirem outras mutações no mesmo gene que estão também relacionadas à epilepsia, a desordem do receptor pode levar ao distúrbio já que o mecanismo é crítico ao funcionamento do cérebro.
Leia também!
- Cientista defende que uso de maconha não seja considerado doping esportivo
- MG: Idoso toma quatro doses de vacina contra a Covid-19 em Viçosa
- Na Polônia, transplantes de cocô foram associados a recuperação de Covid-19
Segundo o Medical Xpress, a pesquisa também afirma que o desequilíbrio na comunicação entre as células cerebrais também possui relação com outras condições neurológicas, como, por exemplo, o Alzheimer e o transtorno do espectro autista.
O pesquisador líder ainda disse que graças a pesquisa será possível trabalhar no desenvolvimento de medicamentos que combatam a mutação. Anggono afirmou também que os bloqueadores de receptor liberados pelo órgão regulador dos Estados Unidos podem ser úteis, mas é preciso estudar qual deles é o certo e como os pacientes vão reagir.
Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!