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De acordo com um novo estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology pacientes negros que moram em bairros desfavorecidos e já sofreram ataques cardíacos têm 19% mais chances de morrer de um novo infarto dentro de cinco anos do que pacientes negros e brancos de bairros mais ricos.
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A pesquisa, que analisou 32.000 pacientes que foram tratados por um ataque cardíaco no hospital Kaiser Permanente, no sul da Califórnia, levou em consideração bairro, educação, renda, emprego e características familiares, e descobriu desvantagens significativas de acordo com bairro e raça. Segundo o Medical Xprees, em bairros mais ricos e com mais recursos, a taxa de mortalidade entre brancos de bairros ricos e brancos de bairros pobres não apontou diferenças. Pacientes negros que moravam em bairros com bons recursos tiveram taxas semelhantes à de brancos em bairros ricos.

“Todos os pacientes neste estudo tiveram igual acesso a cuidados médicos e foram tratados nas mesmas instalações médicas, mas apesar do acesso a cuidados de saúde comparáveis, os pacientes negros de bairros com menos recursos ainda tinham mortalidade mais elevada em comparação com os pacientes brancos “, disse o autor sênior da pesquisa, Mingsum Lee, cardiologista do Kaiser Permanente Los Angeles Medical Center.
“Este estudo sugere que fatores sociais e ambientais podem afetar o resultado de uma pessoa após um ataque cardíaco, e onde uma pessoa vive pode ter um impacto poderoso sobre os resultados de saúde”, acrescentou o especialista.
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Para os pesquisadores, o estudo ressalta, além da influência do ambiente de uma pessoa em sua saúde, a necessidade de um acompanhamento ao paciente pós infarto e, ainda faz um alerta para a qualidade do atendimento à saúde em bairros mais pobres.
“Essas descobertas podem ser de interesse particular para os sistemas de saúde, uma vez que a maioria dos sistemas de saúde investe pesadamente para melhorar a qualidade do atendimento prestado a pacientes com ataque cardíaco dentro do sistema médico”, disse o Dr. Lee. “No entanto, o que este estudo mostra é que um o ambiente pós-alta do paciente também é importante quando se trata de resultados de saúde em longo prazo.”
Via Medical Xpress
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