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Novas informações aumentaram o grau de perigo do incidente com o módulo russo Nauka, que alterou a posição da Estação Espacial Internacional na última quinta-feira.
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Cinco horas após se acoplar à estrutura, o módulo disparou os propulsores incorretamente e começou a “empurrar” a estação. Técnicos da Nasa e os astronautas à bordo da ISS conseguiram compensar o movimento e afastaram a possibilidade de ter que abandonar a estação.
Mas a força do “empurrão” foi bem maior do que se estimou à principio.
O diretor de vôo da Nasa que liderou o controle da missão em Houston durante o evento disse que a estação girou uma rotação e meia, cerca de 540 graus, antes de parar de cabeça para baixo. A estação espacial então deu um salto de 180 graus para frente para voltar à orientação original. Antes, se calculou que a inclinação tivesse atingido apenas 45 graus.
A orientação correta é necessária tanto para manter a comunicação com as antenas na Terra quanto para manter os painéis solares, responsáveis pela produção de energia elétrica, apontados para o Sol.
A Nasa garante que os astronautas a bordo nunca correram perigo, e mal perceberam o movimento da ISS.
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