O Instituto Butantan confirmou mais 28 amostras da variante Delta do novo coronavírus na cidade de São Paulo. Em parceria, a prefeitura de São Paulo e o instituto, que realizam o monitoramento das variantes na capital por meio de cálculo amostral, por semana epidemiológica, já detectaram até o momento 50 diagnósticos da nova cepa no município.

Segundo informações da Agência Brasil, os casos estão em investigação pelas respectivas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da rede municipal.

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Além dessa ação de monitoramento, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) também realizou parceria com o Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Universidade de São Paulo (USP) e possui a vigilância do laboratório estadual do Instituto Adolfo Lutz. 

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Butantan confirma mais 28 amostras da variante Delta em São Paulo. Imagem: Shutterstock

Todas as amostras resultado dos monitoramentos são enviadas para análise nos respectivos laboratórios, onde é realizado o sequenciamento genético.  Semanalmente, cerca de 600 amostras são enviadas com o objetivo de identificar quais cepas circulam pela cidade. A ação entre os institutos e os laboratórios começou em abril deste ano.

O Secretário Municipal de Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, já havia demonstrado preocupação com a cidade em relação a variante Delta. Assim, recomendou que, mesmo para vacinados, as pessoas mantenham as de segurança, como usar máscaras (cobrindo o nariz e a boca), manter distanciamento social – evitando aglomerações e higienização de mãos com álcool. Além disso, no caso de qualquer sintoma compatível com síndrome gripal a orientação é a procura de uma unidade de saúde imediatamente.

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Barreiras sanitárias na cidade

Como mais uma medida de contenção a Covid-19, desde 27 de maio, há cinco barreiras sanitárias instaladas em São Paulo. Elas estão no Aeroporto de Congonhas e nos terminais rodoviários do Tietê, Barra Funda e Jabaquara. 

Até o dia 29 de julho, 328.440 pessoas foram abordadas, após o desembarque de 14.615 ônibus e 1.158 voos. Ao todo, foram verificados 178 passageiros com sintomas respiratórios e, até o dia 23 de julho, oito casos positivos foram registrados.

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