Siga o Olhar Digital no Google Discover
A Laboratória, empresa de gestão educacional, abriu vagas para a 7° edição do seu programa de formação em programação front-end exclusivo para mulheres. O curso, que será em formato bootcamp – treinamento intensivo com seis meses de duração –, tem cerca de 750 empresas como apoiadores e participante do banco de talentos da plataforma, entre elas estão os gigantes Facebook e Google.
Ofertas
Por: R$ 4.460,93
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
O programa também facilita a compra do curso para mulheres que possuam dificuldades financeiras, possibilitado o pagamento parcial da formação somente quando estiverem devidamente empregadas.
As inscrições começaram em julho e vão até outubro deste ano, podendo serem feitas por aqui.
Para se inscrever não é necessário experiência prévia em tecnologia, no entanto, é preciso se encaixar nos seguintes termos:
- Ser mulher;
- Ter disponibilidade para frequentar o curso 5x por semana;
- Ser maior de 18 anos;
- Viver em território nacional;
- Ter ensino médio completo e;
- Não estar cursando uma universidade durante o bootcamp.

A iniciativa da Laboratória já capacitou mais de 2 mil alunas da América Latina, em países como Chile, Colômbia e México.
As participantes tiveram um aumento de renda de cerca de 2,57 vezes quando comparado ao período anterior à formação no curso. No Brasil, mais de 90% delas conseguiram uma vaga na área de tecnologia após o programa, sendo que, antes do programa, 60% estavam desempregadas.
Leia mais!
- Mais rico do mundo? Jeff Bezos é destronado por dono de grife famosa
- Saiba quais as profissões de tecnologia mais em alta no Brasil
- Ex-funcionário ganha processo milionário contra a Tesla por racismo
O programa visa capacitar mulheres para área de tecnologia que, de acordo com dados do IBGE, são minoria dentro do setor, alcançando apenas 20% das vagas.
Para a companhia, o objetivo é “contribuir para uma economia digital diversa, inclusiva e competitiva, que abra oportunidades para que cada mulher desenvolva seu potencial e para que, dessa maneira, possamos transformar o futuro da América Latina.”
Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!